Um feliz e abençoado ano para todos!

Um feliz ano novo!


DEZ COISAS TÃO SIMPLES QUANTO ESSENCIAIS À VIDA!

1. Nunca descreia do poder do amor, ainda que você demore muito a ver os resultados;

2. Não tema pedir em oração, pois o Pai tem prazer em nos ouvir pedindo em fé confiante; mas lembre que Deus não está preso à oração, posto que somente nos atenda naquilo que Ele, como Pai, não julgue que nos fará mal;

3. Leia as Escrituras, especialmente a parte chamada de Novo Testamento; pois toda pessoa que, tendo tal chance, não a use, demonstra que não deseja mesmo conhecer a Deus; posto que seja pela leitura da Palavra que melhor se possa discernir a vontade de Deus;

4. Exercite-se na dadivosidade e na generosidade, pois por tais exercícios seu coração se manterá sóbrio em relação a dinheiro e poder;

5. Nunca fuja de uma necessidade humana que você possa ajudar a resolver... Seria como fugir de Jesus;

6. Fuja do pensamento malicioso. Seja sábio e sóbrio, mas não olhe com malicia, posto que o olhar malicioso corrompa todo o seu ser;

7. Cuidado com todas as raízes perversas... Sim, cuide de seu coração para que nele não cresçam as raízes da inveja, da amargura, da arrogância ou da auto-vitimização; pois essas são as piores raízes a serem deixadas vivas no chão do ser;

8. Nunca se sinta importante, pois tiraria toda a sua naturalidade de ser e viver...; além de que tal sentir é a ladeira para o abismo;

9. Nunca fuja de nenhuma verdade sobre você ou sobre quem você ame; pois, por tal evasão perde-se o discernimento e mergulha-se o ser no escafandro do auto-engano no fundo de um mar de rochas... Além disso, quem determina um auto-engano no pouco, esse será enganado no muito;

10. Ame a Deus e ao próximo; e não existirá lugar para ídolos em seu coração.


Pense nisto!

Um beijo!

Um Reino de paz...

[...] "Lobos e ovelhas viverão em paz, leopardos e cabritinhos descansarão juntos. Bezerros e leões comerão uns com os outros, e crianças pequenas os guiarão. Vacas e ursas pastarão juntas, e os seus filhotes descansarão no mesmo lugar; os leões comerão capim como os bois. Criancinhas brincarão perto de cobras e não serão picadas, mesmo que enfiem a mão nas suas covas. Em Sião, o monte sagrado, não acontecerá nada de mau ou perigoso, pois a terra ficará cheia do conhecimento da glória do SENHOR assim como as águas enchem o mar.

Naquele dia, o descendente de Davi, filho de Jessé, será como uma bandeira para as nações. Os povos passarão para o lado dele, e da cidade onde ele reina brilhará a glória de Deus."


Texto do profeta Isaías.

Deus tanto amou o mundo.... E nós, amamos nosso mundo?

E Deus amou o mundo...

A Carta da Terra é uma declaração de princípios fundamentais para a construção de uma sociedade global no século XXI, que seja justa, sustentável e pacífica. O documento procura inspirar em todos os povos um novo sentido de interdependência global e de responsabilidade compartilhada pelo bem-estar da família humana e do mundo em geral. É uma expressão de esperança e um chamado a contribuir para a criação de uma sociedade global num contexto crítico na História. A visão ética inclusiva do documento reconhece que a proteção ambiental, os direitos humanos, o desenvolvimento humano eqüitativo e a paz são interdependentes e inseparáveis. Isto fornece uma nova base de pensamento sobre estes temas e a forma de abordá-los. O resultado é um conceito novo e mais amplo sobre o que constitui uma comunidade sustentável e o próprio desenvolvimento sustentável.

Leia aqui o texto A Carta da Terra.

Coopenhagen...



Fonte: PavaBlog

Semear a Palavra com alegria


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E o discípulo de Jesus...

[...] é o indivíduo que tem que, inicialmente, saber que nada verdadeiramente de Jesus se instalará nele por carne, por sangue, por filosofia, por teologia, por doutrinação, por seminário, por repetição, por acúmulo de informação, por pesquisa... Por essas coisas você pode se tornar até professor de seminário... Pode até vir a ser um Ph.D... Pode virar pastor de igrejas que remuneram muito bem... mas não será ainda discípulo de Jesus. Porque o discípulo de Jesus é aquele indivíduo que foi acometido pelo surto de Deus na vida dele.

Carta aos peregrinos...

Carta aos peregrinos



A fé é a firme fundação das coisas que nós esperamos, e carrega em-si-mesma a prova das coisas que não se veem... pois nela tais coisas preexistem a si mesmas como coisas.

Foi por meio da fé que os homens da antiguidade alcançaram bom testemunho para si mesmos diante de Deus.

Tudo aquilo do que nós nos apropriamos sem o auxílio dos sentidos é fé.


Por isto é que entendemos que todos os mundos foram criados pela Palavra de Deus; de modo que aquilo que chamamos de visível foi feito daquilo que não está disponível aos sentidos.

É a fé que estabelece a verdade das coisas diante de Deus.

Sabemos isto desde o princípio, pois, foi pela fé que Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício que Caim. E foi também por meio da fé que Abel alcançou o testemunho de que era justo, pois, a fé dava verdadeiro significado às suas oferendas. Foi ainda por causa da fé que Abel, mesmo estando morto, ainda fala hoje.

A fé imerge o homem num ambiente onde tudo é possível, sobretudo, porque a comunhão com Deus faz supressão definitiva de todas as categorias ligadas ao domínio do possível ou do impossível.

Por esta razão da fé é que sabemos que Enoque foi trasladado para não ver a morte; e não foi achado, porque Deus o trasladara; pois antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus por meio da fé.

Enfim, sem fé é impossível agradar a Deus.

Deus tem que ser visto como Aquele que existe, e que é galardoador dos que o buscam. E isto, só acontece se houver fé. Pois sem fé, quem esperaria galardão do que não existe? Ou ser premiado por alguém a quem não se vê?

Os maiores marcos da História Universal aconteceram por meio da fé.
O mundo da Antiguidade foi afogado nas águas do Dilúvio. Começou um novo mundo. Mas quem passou do antigo mundo para o novo, o fez por meio da fé.

Assim foi que pela fé, Noé, divinamente avisado pela voz de Deus acerca das coisas que ainda não se viam como fato ou sequer como possibilidade, sendo temente a Deus, preparou uma arca para o salvamento da sua família.

A fé que salvou Noé foi a mesma que condenou o mundo antigo.

Desse modo, o homem que passou de uma era para a outra, e tornou-se herdeiro da justiça que preservou a humanidade, obteve o seu próprio futuro e também o nosso, por meio da fé.

A fé se fez História.

Foi por meio da fé que onde não havia nenhuma história para a percepção dos homens, Deus estava fazendo a História, a qual a história humana não reconhecia, enquanto ela acontecia.

A História de Deus com os homens acontece primeiro no coração, onde é a residência da fé.

Foi pela fé que Abraão, um total desconhecido, sendo chamado por Deus, obedeceu; saindo para um lugar que havia de receber por herança; e partiu sem saber para onde ia. Ninguém sabia dele, senão somente Deus!

Pela fé Abraão peregrinou pelo chão da terra como quem anda sobre a promessa. Vivia como em terra alheia no chão que, pela fé, ele sabia que já era seu, sendo, ironicamente, o dono daquilo que ainda não podia possuir; habitando em tendas com Isaque e Jacó, seus descendentes, e herdeiros com ele da mesma promessa. De fato, Abraão esperava a cidade que tem Fundamentos, da qual o arquiteto e edificador é o próprio Deus.

Foi também pela fé que a própria Sara, sua mulher, recebeu a virtude de conceber um filho, mesmo que totalmente fora da idade. Isto porque ela creu que Aquele que lhe havia feito a promessa de gerar um filho, era Deus fiel para cumprir o prometido.

A fé é pura ironia...

Afinal, é de Abraão, um velho amortecido em sua potência masculina, que descenderam tantos filhos... Em multidão... Como as estrelas do céu... E como a areia inumerável que está na praia do mar!

A fé é a esperança que ousa declarar-se e viver com as consequências da confissão!

Ela se contenta na certeza de que aquilo que ainda não se materializou ou se realizou, todavia, já é.

Desse modo é que todos acerca dos quais falamos, morreram na fé, sem terem, entretanto, alcançado a materialização histórica das promessas a eles feita por Deus.

Eles, todavia, viram a realização das promessas com os olhos da fé, tendo acenado para elas mesmo que de longe, pois sabiam que nenhuma promessa se totaliza na Terra. Eles, pois, viam-se e confessavam-se estrangeiros e peregrinos na Terra.

Daí o tratarem a imaterialização plena do prometido com tanta paz e serenidade: eles aguardavam a materialização de tudo nos ambientes onde a matéria é feita daquilo que não se corrompe.

Isto porque quem age como um peregrino—um hebreu— demonstra estar buscando outra pátria.

E esse tal, só não anda direto para a sua pátria final por não lembrar-se daquilo que já sabe. Pois, se na verdade, se lembrasse daquela pátria de onde saiu, voltaria para ela imediatamente.

Esta é a estranheza...

Os homens mais cheios de fé, e os mais esperançosos que já viveram na Terra, não tinham aqui o fundamento de suas esperanças finais. Ao contrário, eles sempre desejaram uma pátria melhor, isto é, a pátria celestial.

Esta é a razão de Deus também não se envergonhar deles—e a prova disto está no fato Dele se deixar chamar de Deus por eles e para eles.

E ainda mais: o próprio Deus já lhes preparou uma cidade, visto que eles confiaram a Deus a construção de sua pousada eterna.

A fé é incompreensível...

De que outro modo poderíamos olhar o drama paterno de Abraão sem nos escandalizarmos?

Foi exclusivamente pela fé que Abraão, sendo provado por Deus, num convite à loucura e à violação de todos os seus instintos, ainda assim ofereceu Isaque, seu filho, ao próprio Deus!

Sim! Ia mesmo oferecendo o seu único filho, aquele filho que era o objeto das promessas, e acerca de quem se havia dito: Em Isaque será chamada a tua descendência...

Sim! Julgando que Deus era poderoso para até dos mortos o ressuscitar, levou-o para ser sacrificado.

Deus não o permitiu.

Mas viu que no coração de Abraão, Isaque havia sido oferecido, e, portanto, era como se tivesse sido imolado e morrido. Daí foi que também, ainda que figuradamente, Abraão recobrou seu filho de dentro da própria morte, como na ressurreição dos mortos.

A fé carrega em si a semente da ressurreição!

Pela fé Isaque abençoou seus filhos Jacó e a Esaú, no tocante às coisas futuras, e que se tornaram tão reais e efetivas, que fazem ainda hoje parte de nosso presente.

A fé fala do futuro. Foi por esta razão de fé que Jacó, quando estava para morrer, abençoou cada um dos filhos de José, e adorou a Deus, inclinado sobre a extremidade do seu cajado.

Ele andara pela fé, o cajado apenas se sustentara em razão da fé que levou Jacó a adorar a Deus pelo passado, pelo presente e pelo futuro.

A fé se projeta de tal modo como certeza e confiança para o futuro, que, pela fé, José, bisneto de Abraão, estando próximo da morte, afirmou que os filhos de Israel sairiam do Egito num Êxodo. E em razão disto é que deu ordem acerca de seus próprios ossos, afirmando que desejava que fossem levados de volta para a terra da promessa.

A fé invade o ser humano de tal modo, que ele fica possuído com a certeza do conhecimento Daquele que fez as promessas. Daí ser também sempre acompanhada por maravilhas.

E não somente isto, a fé se mostra também como inexplicável desígnio.

A vida de Moisés nos mostra isto. Ele era menino numa terra e numa hora em que todos os meninos de seu povo eram mortos ao nascer. Mas foi pela fé que os seus pais, logo após o seu nascimento, ao verem-no, decidiram escondê-lo. Ele mamou e viveu escondido por seus pais durante três meses, porque viram que ele era um menino formoso.

A fé também se serve da formosura. Por isto, tomados de fé, os pais de Moisés não temeram e, desobedeceram ao decreto do rei.

Foi a fé que fez Moisés, sendo já homem, decidir recusar ser chamado filho da filha de Faraó. Foi também pela fé que ele decidiu comungar a dor de seu povo, ser com ele maltratado como o povo de Deus, antes que entregar-se no Tempo, ao gozo do pecado de não ser quem sabia que era.

E entendeu isto quando, considerando todas as riquezas do Egito, viu-as como incomparavelmente menores que a Graça da riqueza de ser parte do opróbrio de Cristo.

E seguiu com o povo de Deus porque tinha em vista a recompensa.

Foi por isto que se deixou constranger por Deus a fim de liderar o povo nos dias daquela peregrinação.

A fé tira o medo, pois foi pela fé que Moisés deixou o Egito, não temendo a ira do rei.

Ele não temeu porque a fé o fez vê firmemente Aquele que é Invisível.

A fé promove confiança no amor de Deus. Foi por essa razão que pela fé Moisés celebrou a páscoa e a aspersão do sangue sobre as casas dos hebreus, para que o destruidor dos primogênitos não lhes tocasse, enquanto morriam todos os demais primogênitos na terra do Egito.

A fé vê caminhos onde não há caminhos. Por isto é que os israelitas atravessaram o Mar Vermelho, como quem caminha por terra seca. Mas os egípcios tentaram imitá-los fazendo o mesmo caminho, e foram afogados.
A fé não se preocupa com fraqueza, mas com certeza.

Ou não lembram que foi pela fé que caíram os muros de Jericó, depois de rodeados por sete dias?

Ou também não foi a fé que fez Raabe, a meretriz, decidir acolher em paz aos espias de Israel, e se associar a eles, tendo sido desobediente e traidora aos olhos dos seus, mas justificada em fé junto com o povo de Deus?

E que mais direi?

Faltará a mim o tempo, se eu contar de Gideão, de Baraque, de Sansão, de Jefté, de Davi, de Samuel e dos profetas...

Todos eles, por meio da fé, venceram reinos, praticaram o que sabiam ser a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram forças, tornaram-se poderosos na guerra, puseram em fuga exércitos estrangeiros!
Houve mulheres que pela fé receberam de volta à vida, como Graça da Ressurreição, os seus queridos que estavam mortos!

A fé também não conhece adversativas e nem adversidades que sejam maiores do que ela. Por esta razão, enquanto uns venciam diante de Deus e dos homens, outros venciam em profunda solidão, sendo vistos, em sua justiça e verdade, somente pelos olhos de Deus.

Assim, uns foram torturados, não aceitando negociar seu próprio livramento violando qualquer condição de consciência, porque criam que haveriam de alcançar uma melhor ressurreição.

Houve outros que experimentaram escárnios e açoites. E houve muitos que conheceram o interior frio e abandonado de cadeias e prisões!

E que dizer dos que foram apedrejados?

E o que falar dos que foram terrivelmente tentados?

Ou deveríamos mencionar os que foram serrados ao meio?

Ou, quem sabe, os que morreram ao fio da espada?

Ou deveríamos mencionar os que andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, aflitos e maltratados?

Saiba-se isto: eles eram os homens dos quais o mundo não era digno!

Lá iam eles andando em fé, errantes pelos desertos e montes, e pelas covas e cavernas da terra!

E o mundo não os via...

A fé, entretanto, não se basta a si mesma. Ela encontra sua abastança absoluta não em si mesma, mas fora de si mesma. Ela realiza o impossível, só não realiza o impossível de se satisfazer em si mesma.

Por isto é que todos acerca dos quais falamos, embora tendo recebido bom testemunho pela fé que tiveram, contudo não alcançaram a materialização da promessa em sua época.

E a razão é que Deus preparara algo muito melhor para nós, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados.

A fé irmana a todos os seus filhos, e os faz verem-se como irmãos, andando no mesmo caminho, vivendo vidas diferentes e em tempos diversos, mas os faz verem-se, acima de tudo, como sendo todos beneficiários do mesmo Deus e da mesma Graça. Uns de um modo, outros de outro; uns sendo vistos, outros nem sendo percebidos; alguns recebendo galardão celeste enquanto conseguem vitórias entre os homens; outros, todavia, andam em profunda solidão, sem serem vistos por ninguém, mas sem desviarem-se do caminho, pois sabem que andam pela fé, e que nisto está sua justiça.
Assim diz o Senhor: o meu justo viverá pela fé, e se retroceder, nele não está o meu coração!

O que acerca dos que creem, todavia, Ele diz é assim: Vão indo de fé em fé, cada um deles aparece diante de mim e verão a minha face!

E assim, todos nós, com o rosto descoberto seguimos caminhando em fé, vendo a Glória de Cristo—ainda que em meros reflexos—, e somos, a cada dia, transformados em Sua própria semelhança, sendo esta a incessante obra do Espírito Santo em nós!

Caio

Aprender com a pureza das crianças


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Doar, dar...

Ninguém é tão pobre que não tenha o que dar, ou tão rico que não tenha o que receber. Não é possível pensar em paz enquanto o mundo permanece dividido em dois grupos: os que dão e os que recebem. A verdadeira dignidade humana encontra-se tanto em dar quanto em receber. Isso se aplica não só aos indivíduos mas também às nações, culturas e comunidades religiosas. Uma verdadeira visão de paz testemunha uma reciprocidade contínua entre dar e receber. Não deixemos de perguntar a nós mesmos o que estamos recebendo daqueles a quem damos antes de fazê-lo, e nunca recebamos antes de perguntar o que devemos dar àqueles de quem recebemos.

Dar é muito importante: dar discernimento, esperança, coragem, conselho, apoio, dinheiro e, acima de tudo, dar-nos a nós mesmos. Sem dar não há fraternidade e irmandade. Mas receber é igualmente importante, porque ao fazê-lo revelamos aos doadores que eles têm algo a oferecer. Quando dizemos “obrigado, você me deu esperança; obrigado, você me deu uma razão para viver; obrigado, você permitiu que eu percebesse meu sonho”, fazemos os doadores se conscientizarem de seus dons únicos e preciosos. Às vezes é apenas nos olhos dos que recebem que os doadores descobrem esses dons.

Henri Nouwen

Fonte: Outravia

Que o maior numero possível de pessoas saibam...

Carlos Bregantim


Desde que voltei de Brasília, no domingo de manhã, que estou refletindo sobre o que foi nosso encontro e o que deveria escrever. Não que escreveria algo que já não tenha sido dito ou escrito por alguns de vocês. Não, mas, gostaria de escrever algo que fosse bom, útil, encorajador.

Dizer da alegria de estarmos juntos, alguns presencialmente, outros na virtualidade, já é lugar comum. No entanto, reafirmo minha alegria em nos encontrarmos, sempre. Sempre é bom.

De tudo, o que para mim ficou muito claro é, já passamos algumas fases neste movimento chamado CAMINHO DA GRAÇA. Cada um de nós listaria estas fases de acordo com sua própria historia no Caminho.

Considerando que, os mentores a quem me dirijo neste texto, são os mais sadios e restaurados... Que as iniciativas e estações do Caminho, mesmo que, pequenas no que se refere a números, já vivem um ambiente mais liberto do modelo religioso evangélico.

Que já vencemos os embates pessoais com os religiosos e já definimos que esta não é nossa briga, embora, claro, dependendo de contexto de cada um, ainda enfrentam algumas situações incomodas.

Que quanto mais saudáveis os mentores, mais saudáveis os que se reúnem com eles e, o melhor de tudo, mais rapidamente os que chegam são curados das suas mazelas pessoais, sejam quais forem.

Mesmo que alguns caminhantes continuem carecendo de cuidados, isto acontece com mais naturalidade na base da mutualidade.

Posto isto, entendo que todos nós, embora saiba que muitos já o fazem, mas, isto para mim é o que tem ficado claro para se incluir entre nossas agendas de prioridades. Refiro-me a fazer crescer entre nós um desejo. Que desejo?

QUE O MAIOR NUMERO POSSÍVEL DE PESSOAS SAIBAM

Saibam do que?

...Do Evangelho que é a boa noticia de Deus aos homens e mulheres deste tempo.

...De Jesus de Nazaré que é o próprio Evangelho. A Palavra encarnada.

...Que Deus em Cristo se reconciliou com toda humanidade e esta é a boa noticia do Eterno aos homens.

...Que há um movimento na terra hoje chamado Caminho da Graça que se identifica com outros movimentos que apenas anunciam Jesus com simplicidade.

...Que é possível ser simples e comprometido com a essência do Evangelho, pois, simples é o Evangelho.

...Que homens e mulheres sem nenhuma acepção podem se reunir, se encontrar e festejarem a fé uns com os outros e assim servirem a Deus e aos homens.

...Que estes encontros podem ser simples, leves, informais, bem humorados, ao mesmo tempo, responsáveis e comprometidos com os valores do Reino.

...Que nestes encontros e em todos encontros como Caminho da Graça, todos os dons são exercitados e distribuídos segundo o que o Espírito Santo lhe aprouver.

...Que oramos e nos repartimos uns com os outros de modo que se materialize os resultados do exercício da fé, isto é, curas, livramentos, solidariedade, compaixão, salvação, suprimentos de necessidades, e tudo o que tem a ver com um encontro entre seguidores de Jesus.

QUE O MAIOR NUMERO POSSÍVEL DE PESSOAS SAIBAM

Que chegou a hora de ser livre e fazer valer esta liberdade conquistada por Cristo na Cruz em nosso favor.

Que não estamos, e ninguém precisa estar, debaixo de qualquer outra autoridade que não seja a autoridade de Cristo sobre nossas vidas.

Para que seja assim, podemos usar todos os recursos disponíveis. Todos mesmo.

Podemos contribuir para que, o que já está sendo feito, chegue ao MAIOR NUMERO POSSÍVEL DE PESSOAS.

Podemos fazer isto juntos e isolados, mas, podemos fazer e penso que devemos fazer.

Não que estejamos deflagrando algum tipo de plano expansionista, não, mas, estou convicto e isto faço, QUERO QUE O MAIOR NUMERO POSSÍVEL DE PESSOAS SAIBAM que há um Caminho que se identifica com O CAMINHO que tem um Nome Jesus o Cristo.

No que depender de mim, tudo farei para que MUITOS SAIBAM que o Evangelho é a ação de graça da parte do Eterno para com toda a humanidade e, TODOS PODEM BEBER DESTA FONTE INESGOTÁVEL.

Com gratidão por ter sido convidado para esta hora e por estar ao lado de tantos que conheci dos quais eu não abro mão.

Beijos reverentes.

Carlos Bregantim

Quase ninguém mais suporta o Evangelho!

Apenas Jesus



... — uma resposta a quem se sentir respondido...

Meu exercício mental tem sido [entre tantos outros que faço...] o de ler as Escrituras apenas a partir de Jesus; deixando de fora todas as pré-compreensões estabelecidas pela Religião Cristã; especialmente no que tange às suas Institutas ou Dogmas; quase todos nascidos da e na Igreja de Constantino; não do e no Evangelho...



Sim, leio tudo que houve [...] antes e depois de Jesus somente a partir de Jesus...

Alguém pergunta: E qual a importância disso?...

Ora, eu respondo...

Este é Santo Graal que os cristãos não querem achar; este é o Código da Bíblia que os judeus se recusam a admitir; este é o Sol que os humanos fazem guerra para apagar; este é o Caminho do Verbo na vida humana que Satanás mata e morre para destruir!...

O olhar que se adquire de tal modo de ver tudo a partir de Jesus do modo mais simples possível, nos leva inapelavelmente para uma desconstrução profunda, e, sem exagero no dizer: desconstrução total de tudo e de todas as coisas...

O mundo acaba!...

Afinal, foi Jesus Quem disse que aquilo que é elevado entre os homens é abominação diante de Deus!

Assim, por exemplo, em Jesus vejo que o mundo jaz no mal, que tem um Príncipe [com o qual Jesus diz não ter nada a ver... ou a tratar...]; que originalmente o mundo era um campo de trigo, mas que foi infiltrado de joio; que os melhores homens, os que sabem dar boas coisas aos seus filhos, ainda assim são maus; que a geração que O cercava era incrédula e perversa [assim como todas as demais...]; que os líderes da Religião eram os mais caídos entre os caídos; que a presunção de “saúde” dada pela Lei, pela Moral ou pela Ética — criava a pior de todas as quedas...; que quem comete pecado [e que não comete?...] era escravo do pecado; que o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido; que há “perdidos” menos perdidos, pois se sabem perdidos; e que há perdidos mais perdidos que os “perdidos”, porque se julgam achados e sabedores do caminho para outros [...]; que só Deus sabe quem é de Deus, assim como na história do Samaritano Bom somente Deus veria tal bondade redentora [posto que o preconceito não permitisse que os judeus vissem graça de Deus onde só havia ódio e preconceito humano]; que o juízo de Deus separa os homens como um Pastor separa os cabritos das ovelhas; que o critério de tal juízo não será religioso, mas apenas centrado em atos de amor, a fim de justificar, e em atos de maldade ou de omissão, a fim de condenar; que a humanidade seguirá firme em seu caminho para a morte; que nada acordará os humanos no curso da História; que somente a Calamidade Final trará Luz ao entendimento humano; que os governos e poderes deste mundo não realizarão nenhuma Paz duradoura; que a vocação homicida e suicida dos humanos os levará a um encurralamento sem saída ou solução; que o final será marcado por desordens naturais, por assombrações inexplicáveis, por fenômenos apavorantes, por perspectivas aterradoras, pelo divisar de um futuro de morte; e, sobretudo, por se buscar na evasão [...] a solução [...], já que no Planeta não haverá esconderijo...

Desse modo, o que se vê em Jesus é a afirmação de que a humanidade se fará mal até ao fim...

Ora, para alguns tal vaticínio parece ser negativo... Para mim, entretanto, ele é apenas realista na verdade que não disfarça...
Jesus não chamou isto de Queda, mas de Morte...

Sim, por isto Ele disse que os cidadãos das falsas esperanças deste mundo eram como mortos; daí Ele mandar os que os mortos deste mundo sepultassem seus próprios mortos, assim como os soldados da batalha inglória devem pelo menos sepultar os mortos no mesmo campo de guerras de insanidades...

E mais: quando se lê e interpreta tudo a partir de Jesus, nenhuma religião, filosofia, sistema de governo, ou as ilusões das virtudes humanas — ficam em pé!...

O modo como Ele tratou o mundo dos sistemas humanos, seus governos, Direitos, Leis, Poderes, e Presunções..., sim, Seu modo de ver e interpretar o mundo dos homens sempre indicou a total falta de esperança de Jesus no homem como criatura capaz da paz e da justiça que logo não se corrompam...

Daí Ele dizer que o Seu reino não é deste mundo, não tem uma geografia-política e nem tampouco possui uma manifestação fora dos atos que emanem de corações; de tal modo que Ele disse que não se deveria buscar o reino de Deus aqui, ali ou acolá..., mas apenas dentro do coração.

Todas as questões que animam nossos debates de mortos para mortos não estavam presentes em Jesus...

Ele nunca se ocupou das Religiões do mundo; nem dos sistemas de poder do mundo [apenas disse: “Entre vós não é como entre eles”...]; nem se empolgou com as ofertas temporárias de paz interesseira; nem mesmo propôs que Seus discípulos tivessem a ambição de tomar o poder que Ele mesmo rejeitara possuir [“tudo isto ti darei...”] pela via mundana ou mesmo por qualquer via [...], posto que se esse fosse o caso Ele mesmo teria se curvado ante o Príncipe deste Mundo...

Para Jesus, questões como a separação entre Estado e Igreja, seriam como uma anedota [...], posto que para Ele tal coisa não devesse ser nem mesmo uma questão [...], quanto mais uma proposta [...] ou um dilema...

Para Jesus [...] a Sua Igreja era e é no mundo apenas sal e luz; e nada mais... Sim, deveria ser uma assembléia de escravos de todos, de servos de todos, de Filhos do Homem em pleno serviço de graça no mundo...

Sim, quase todos os temas de nossas angustias cristãs não tiveram espaço em Jesus...

Nós, entretanto, não sabemos mais fazer a diferença; visto termos nos tornado tão discípulos do Mundo/Igreja e da Igreja/Mundo [...] que a simples alusão ao que em Jesus é tão simples como a Luz [...] causa desconforto na maioria [...].
Fico vendo, de um lado, as angustias dos filhos do Cristianismo aflito, com medo de que os poderes que lhes foram dados pelo Imperador Constantino lhes não lhes sejam garantidos até ao fim... De outro lado vejo os que querem assumir de modo explicito os poderes de domínio do Império Romano Cristão na Terra...

Os 1º estão na defensiva, com medo de tudo...
Já os do 2º grupo estão em pleno processo de “Cruzada” político/religiosa contra os infiéis...

Jesus chora por eles como chorou sobre Jerusalém...
Sim, “pois isto agora lhes está oculto”...

O Véu ainda não saiu de seus rostos, visto que esconda a desvanecência de suas faces sem a semelhança de Jesus [...], porém, semelhantissima à de Constantino.

Enquanto isto... [aqui e ali] recebo ofensas por dizer apenas aquilo que vejo em Jesus e nada do que não vejo em Jesus!

Jesus, apenas Jesus [...]; sim, Jesus, puro e simples [...] — se tornou insuportável para os ouvidos dos senhores do Cristianismo: os clérigos, os sacerdotes, os bispos, os Dons isto e aquilo, etc...

Eu, todavia, me entristeço com a cegueira deles, ao mesmo tempo em que me encho de ternura misericordiosa...

Nada se pode esperar de quem não sabe se serve apenas ao Evangelho, vendo tudo somente em Jesus e a partir de Jesus, amando a Palavra da Vida, que, em sua simplicidade, destrói tudo aquilo que se tem cultuado como “Deus”, “Jesus” e “Evangelho” — ou se serve a um hibrido de produção humana que se batizou com o nome de “Cristianismo”.

Os que coxeiam entre tais inexistentes alternativas, segundo a radicalidade do Evangelho — tornam-se apenas Estatuas falantes do antigo Império Romano vestido de Cristianismo.

A Antiga Serpente não apenas enganou Eva e Adão, mas Abraão, Davi, Salomão [...], todos os reis de Israel, os Judeus, os Cristãos, o Cristianismo, o Protestantismo, o mundo todo [...]; e, em especial, segue enganando a todos que se impressionem mais com as possíveis glórias cristãs ou ameaças aos cristãos, do que com a perversão que nos trouxe à “preocupações” tão distantes de Jesus e do Evangelho...

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça; e quem puder discernir, discirna...

Nele, que diz como as coisas são, e que manda que Seus discípulos lavem os olhos a fim de verem tudo como Ele manda que se veja, interprete e decida,

Caio

Pedofilia Espiritual


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Regeneração não é doutrina, mas sim milagre...

Regeneração é ver que os pedaços arrancados de nós mesmos pelas doenças do pecado e pelos traumas da existência, crescem outra vez, são refeitos, gerando integridade no ser.

Regeneração é como fazer membros amputados florescerem para a normalidade do que é para o bem.

Regeneração é a transformação da mente, fruto de re-conexões que o Espírito Santo opera em nós; e é assim porque antes nós não falávamos com nós mesmos, nem nos ouvíamos, nem nos enxergávamos a nós mesmos.

Regeneração é a ressurreição do entendimento, é implantação do arrependimento como insistência na direção da transformação, é o abrir da semente da vida em nós.

Regeneração é a eternidade engravidando o espírito e fazendo-o dar fruto no tempo.

Regeneração é como a viagem das árvores de minha terra: um caminho da vida na direção da luz.



Caio


[O Portal dos Invisíveis]

Música cristã brasileira



Fonte: Plataforma.

Falando sobre o Caminho...

O 'Caminho' se reune como sendo uma espécie de catapulta, ou seja, os que vêm e chegam abatidos pelas ondas da vida são acolhidos e abrigados... e vão, cheios de vida para seguirem seus caminhos e surfarem novas ondas da vida...

[O Portal dos Invisíveis]

Empenhe-se em alcançá-la!

Empenhe-se em alcançá-la!
Busque a PAZ e empenhe-se em alcançá-la.
Esse é o grande bem.
A grande vitória não é ter razão.
A grande vitória é pacificar.
Jesus não disse: bem aventurados os que provam as suas razões, porque serão
chamados filhos de Deus,

Jesus disse: "Bem aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados
filhos de Deus.
Alguém tem que ceder quando ninguém cede.
O ideal é que todo mundo ceda, mas se ninguém cede,
Ceda!

Caio Fábio (em pregação)



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Viagem a Israel em 2010

Na liberdade da solidão... uma oração!

Senhor, Meu Deus, não tenho idéia para onde estou indo. Não vejo o caminho adiante de mim. Não posso saber com certeza onde terminará. Nem sequer, em verdade, me conheço. E o fato de eu pensar que estou seguindo tua vontade, não significa que realmente o esteja. Mas acredito que o desejo de te agradar te agrada, de fato. E espero ter esse desejo em tudo que estiver fazendo. Espero jamais vir a fazer alguma coisa distante desse desejo. E sei que, se agir assim, tu hás de me levar pelo caminho certo, embora eu possa nada saber sobre o mesmo. Portanto, hei de confiar sempre em ti, ainda que eu possa parecer estar perdido e sob a sombra da morte. Não hei de temer, pois tu sempre estás comigo, e nunca hás de deixar que eu enfrente meus perigos sozinho.

(Thomas Merton)

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O caminho do servir...

O espírito do encontro no Caminho...


Se não conseguir ouvir a música, clique aqui.



Este é nosso alegre convite... Venha... e participe desta festa entre irmãos. A casa é grande, cabe todo mundo e somos todos um....


O Homem Falou
Maria Rita
Composição: Gonzaguinha

Pode chegar
Que a festa vai
É começar agora
E é prá chegar quem quiser
Deixe a tristeza prá lá
E traga o seu coração
Sua presença de irmão
Nós precisamos
De você nesse cordão...

Pode chegar
Que a casa é grande
E é toda nossa
Vamos limpar o salão
Para um desfile melhor
Vamos cuidar da harmonia
Da nossa evolução
Da unidade vai nascer
A nova idade
Da unidade vai nascer
A novidade...

E é prá chegar
Sabendo que a gente tem
O sol na mão
E o brilho das pessoas
É bem maior
Irá iluminar nossas manhãs
Vamos levar o samba com união
No pique de uma escola campeã...

Não vamos deixar
Ninguém atrapalhar
A nossa passagem
Não vamos deixar ninguém
Chegar com sacanagem
Vambora que a hora é essa
E vamos ganhar
Não vamos deixar
Uns e outros melar...

Oô eô eá!
E a festa vai apenas
Começar
Oô eô eá!
Não vamos deixar
Ninguém dispersar
(O Homem Falou)...(final 2x)



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Video TV ABC: 10 minutos de horror na áfrica "cristã"!

Crianças Bruxas: Acusadas em Nome de Jesus


Entre em contato conosco...


Para contribuir para a Missão PEQUENINOS NA NIGÉRIA
CAMINHO DA GRAÇA - ESTAÇÃO SANTOS
CNPJ: 08.389.524/0001-28
BRADESCO
Agência: 2066-4
Conta: 23925-9


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Pense nisto...

O Caminho da Graça não é instituição, não é grupo de auto ajuda, não é um lugar, não é religião, não é ONG, não é associação de pessoas que pensam igual. O Caminho da Graça é Jesus Cristo e aqueles que entenderam seu Evangelho e O seguem. Onde você estiver, com qualquer pessoa que estiver e em qualquer situação, se ali você estiver com esta Verdade em sua vida, você estará no Caminho da Graça.
Wellington Vanzo - Estação do Caminho em Uberlândia



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Vem e vê... Aqui o canal é você!


[O canal é você!]

Coam um mosquito e engolem um camelo...

[...] Enquanto você dormia ontem, 30.000 crianças morreram de fome ou de doenças relacionadas a má nutrição. E mais, a maioria de vocês nunca ajudaram em merda nenhuma. E o que é pior: você está mais perturbado com o fato de eu ter dito ‘merda’ do que com a notícia de que 30.000 crianças morreram de fome na última noite. (Tony Campolo, pregador e escritor cristão).

Fonte: Márcio Rosa

Re-lembrar o caminho...

O Caminho da Graça não é uma coisa-lugar; antes é uma mensagem, é um espírito, é um entendimento, é um modo de ser, é uma busca permanente de viver o Caminho, no caminho; a Verdade, na verdade; e a Vida, na vida-existência de cada um de nós.

Os crentes estão trocando a verdade pela mentira...

Engano


Fico perplexo com coisas que em geral não deixam quase ninguém chocado...

Por exemplo, esta semana publiquei uma série de cartas que recebi, todas relacionadas a um caso de estupro praticado por um seminarista, com todos os requintes de mafiosidade religiosa, e, ante cujo fato, a mãe do seminarista estuprador enfrentou o filho e o pai dele, pastor e galinhento; e, além disso, assumiu a “nora” que não é nora [ela será a mãe do futuro netinho dessa senhora], como filha, pondo-a aos seus cuidados...



Veja:

ESTUPRO DO SEMINARISTA SÊMENARISTA… [1 e 2]...

SOU A MÃE DO “SÊMENARISTA” QUE ESTUPROU A MENINA...

ESTUPRO, AMEAÇA E MILAGRE!

VIVA A VERDADEIRA MÃE!...

MÃE DO SÊMINARISTA NO SINÉDRIO...

Ora, tal ocorrência, horrível e nojenta em todos os seus aspectos..., teve um final feliz pela Graça, pois, uma mãe de verdade, preferiu enfrentar tudo e todos a consentir com tamanha malignidade... [Leia os links acima e você entenderá!...]

Entretanto, tal fato do amor gerou um estado de “Ó!” em muitos que leram as cartas...

Perversa e pudicamente houve quem indagasse se eu não “criava” as cartas a fim de “ilustrar” o que eu dizia...

Que modo elegante de dizer que você é um estelionatário!...

Eles, todavia, os que assim dizem, julgam-me por eles mesmos...

Portanto, ao assim dizerem, de fato se confessam... Sim, dizem o que são capazes de fazer...

O meu choque, no entanto, é que esses mesmos são capazes de escandalizarem-se quando digo que os “evangélicos” estão cheios de curas fajutas, inventadas; cheios de “milagreiros bandidos”...; cheios de estelionatários descobertos até pela Polícia...; cheios de malfeitores angariando fundos em nome da teologia da prosperidade...; cheios de dejetos do engano e da mentira...; cheios de Síndrome de Lúcifer...

Duvidarem do amor como graça e perdão e não duvidarem da mandinga do charlatão, para mim mostra o estado espiritual das pessoas...

Isto tudo, portanto, revela apenas uma coisa...

As loucuras dos “evangélicos” são aceitáveis, criveis e até objeto de enfrentamento [quando denunciadas] por parte de muitos daqueles que, hoje, dizem que uma carta de justiça, verdade, sinceridade e perdão, só pode ser invenção...

Este é o estado espiritual das pessoas...
A mentira é crida e defendia...
A verdade é ficção...

Tem-se detido tanto a verdade pela mentira; tem-se trocado tanto a verdade do Evangelho pelas invenções dos homens..., que, na hora da verdade mais simples e caracterizadora do Evangelho ser manifestada..., os “crentes” que aceitam toda sorte de picaretagem, dizem: “Ah, não!... Esse negócio só pode ser ficção!”...

Sabe por que dizem assim?...
Porque se acostumaram a fazer o mal e desaprenderam a fazer o bem...

Por isto o mal é normal e a Graça da verdade, da coragem e do perdão parecem tão “alienígenas” aos crentes...

Sim, a desgraça cresceu tanto que a normalidade do Evangelho está se tornando obra de ficção!...

E mais: tal atitude demonstra o estado de morte da maioria...

A esses digo:
O Cerullo vem aí e vai curar todo mundo! Vão lá... É tudo verdade!

A esses também digo:
Que coisa horrível... Existe uma menina que, estuprada, perdoa e decide ter o filho... Existe uma mãe que, sabendo do ato do filho, enfrentou a ele, ao pai dele, à denominação toda; tudo por não aceitar mais a injustiça... Vê se pode?... São loucas!...

Assim, mais uma vez ouço a voz de Jesus a indagar:...

“Quando vier o Filho do Homem, por ventura encontrará fé na terra?”

Nele, que somente se escandaliza com o escândalo dos fariseus e dos cínicos que vivem da religião das mentiras feitas de modo e de etiqueta de perversidade,

Caio


[O Portal dos Invisíveis]

O que é a neurose culposa?

Simplificando eu diria que “neurose” é excesso de responsabilidade. É chamar a responsabilidade de tudo para si mesmo. Os mecanismos que operam “por baixo” dessa “responsabilidade excessiva” são muitos e variados. Um desses mecanismos é a culpa. Nesse caso, quando a noção de pecado não se faz acompanhar de Graça, o que fica pode ser o legalismo—na mesma medida em que o cara se sente “devendo à Lei”, na mesma medida ele se torna acusador do próximo; é uma maneira de nivelar a todos por baixo—; ou pode ser a culpa que se transforma em “serviço”, em “devoção”, em “sacrifício”, em “perfeccionismo” santarado; em “missão”, etc...—tudo isto animado por uma culpa latente: a de se pensar sempre na vida como “dí-vida”; daí os “pagamentos”, as “divisões”, e os conflitos que se estabelecem como parte de tudo. Obviamente que essa é uma hiper-simplificação.

Na Graça de Deus a culpa vira consciência; e a consciência gera libertação; pois somente na Graça a culpa perde seu poder de condenação, e passa a trabalhar em favor da sabedoria e da paz.

Nele,

Caio


[O Portal dos Invisíveis]

Novas iniciativas do Caminho...

Construindo o Caminho


ESTAÇÃO JOÃO PESSOA / PB
Anderson
Contato: (83) 3222-2864 / (83) 8804-5808
E-mail: andersonriobranco@gmail.com
SKYPE: anderson.rio.branco

ESTAÇÃO NATAL / RN
Deive / Rodolfo
Contato: (84) 8857-2091 – Deive / (84) 9157-8154 - Rodolfo
E-mail: deiveivis@hotmail.com, ro_dolfao@hotmail.com
Blog: http://caminhodagraca-natal.blogspot.com/

ESTAÇÃO RECIFE – ZONA SUL / PE
Martorelli Dantas
Contato:(81) 8785-1830
E-mail: martorelli.dantas@gmail.com

ESTAÇÃO SÃO JOSÉ DO RIO PRETO / SP

Cláudia Arantes
Contato: (17) 8111-6989 - 3234-8368
E-mail: claudinhaarantes@hotmail.com



Acesse aqui e conheça os demais grupos do Caminho Brasil


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Caminho Mulher - uma rede social

Caminho Mulher


NO AR uma rede social de encontro das mulheres do Caminho...

Pois é...! Imagine um Orkut ou Facebook só das mulheres do Caminho... não é como uma Comunidade dentro do Orkut ou Facebook... é o Orkut inteiro... aqui você pode ter sua página pessoal, criar fóruns para debate, criar comunidades temáticas (culinária, livros, filmes, poesia, etc.), escrever textos mais longos para que todas vejam (como num blog), postar vídeos, fotos, bater papo em tempo real com quem estiver online (como no MSN), marcar eventos, festas, almoços, acampamentos, visitas, reuniões, etc... Além de poderem apresentar serviços e produtos... ou aquilo que vocês inventarem!

Esta rede é um espaço para o convívio entre as mulheres... Ainda que este seja um encontro virtual, acreditamos que ele poderá conduzir a um encontro real e muitos outros encontros...

Amigas do Caminho... o site já está prontinho e completamente funcional! ... Agora só falta VOCÊ! Venha!

Quer saber como participar?! É fácil... Para entrar é preciso um convite pessoal de quem já faz parte da rede Caminho Mulher... então, quem desejar um convite, deve escrever pra Valéria (valeriacsamaral@gmail.com) e solicitar sua participação!


Os recursos estão todos aí! E o que não houver, podemos acrescentar! Mãos a obra!

*A comunidade foi desenvolvida pelo nosso mano Alessandro Ortega, aqui do Caminho em BSB.


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Notícias do Japão - Marcelo Quintela

News do Caminho


Um Caminho às nações - Japão
Clique nos links abaixo para acompanhar as notícias do Marcelo no Japão...


Pense nisto...

O culto às vestes velhas, ao odre velho e às tradições e doutrinas de homens é mais forte na natureza viciada em religião, do que a proposta do vinho novo, da veste nova e do reino de Deus conforme a simplicidade do Evangelho.

...uma proximidade sem intimidade!

Devocionais



Ler: Marcos 6: 1 a 7.

É tão fácil acostumar-se a tudo, até ao que seja sublime e divino...
É uma desgraça, mas a gente se acostuma até com Deus...
É o tempo, é a familiaridade, é a certeza que não é fé...



Mas o fato é que por todas essas razões e muitas outras, a gente se acostuma a tudo, até ao Espírito Santo...

Sim, podemos nos habituar a Deus...

Por vezes é por causa do “Deus” que não é Deus...; o da religião...

Ou seja: por vezes nos acostumamos apenas porque “Deus é performance” em tais lugares de ensino...

Outras vezes é Deus mesmo Aquele que se conhece..., porém, à semelhança dos de Nazaré, que ficaram tão próximos a Jesus que o perderam de vista, podemos também dizer que conhecemos a turma toda de Jesus: sua mãe, seu pai, seus irmãos e irmãs... — e, justamente por causa disso, não discernirmos o privilégio de Sua presença conosco...

Nesse caso, como em qualquer caso, se diz:
“E admirou-se da incredulidade deles; e entre eles não pôde fazer nenhum sinal, senão apenas curar alguns doentes e expulsar algumas enfermidades”...

Ora, esse mal vai de tudo a tudo...

Afinal, se açambarca até Deus... por que não atingiria cada outra área de nossa vida?

Acostuma-se a se ter uma mulher maravilhosa e fiel, que nos ama, que nos atende em boa vontade e feliz, com admiração e carinho, e com tudo o mais de bom...

Acostuma-se a ter um marido amigo e solidário, fiel e companheiro...
Acostuma-se a ter filhos bons, e tem-se como certo que assim seja...
Acostuma-se com comida, bebida e até com sexo...
Sim, tudo pode cair no nada da atitude blasé, e que dá como certo que tudo de bom seja um dever da vida para com a pessoa...
Até que se fica sem...
Até que a necessidade imponha a realidade...
Até que já não seja...

Então os muxoxos do habito dão lugar aos gemidos da ausência...
Então se vê que o tempo nos cegara...
Então se enxerga que a proximidade pode afastar os acostumados ao que era bom... do que era bom...; mas que não era tratado como tal...

O problema, todavia, é que na maioria das vezes perde-se tudo e não se enxerga ou discerne nada em nós mesmos...

Jesus insiste...
A vida insiste...
O amor insiste...

Mas muitas vezes nem a insistência de Jesus, da vida e do amor nos comovem...
Sim, não é raro que Nazaré não perceba o Nazareno...

Nazaré diz: “Ah! É Ele!? Não conhecemos a turma toda Dele?”...

Assim é que se cria a proximidade sem intimidade, o conhecimento sem discernimento, a familiaridade sem solidariedade, e se troca o sublime pelo nada...

O que fazer?...

Creio que só haja uma salvação...

Tem-se que admitir todos os dias que somos tão ruins que nos acostumamos até com Deus, quanto mais com tudo o mais...

Assim, talvez, quem sabe, nos lembremos que até Deus quer amor, quanto mais todos os demais, que são tão importantes para nós, mas que, pelo habito, caíram na rotina das nossas percepções embrutecidas...

Esta é a Síndrome de Nazaré!...
Leia: A SÍNDROME DE NAZARÉ

Este é o mal de todo homem, ou de quase todos...

Que sejamos salvos de tal dormência onde quer que ela se expresse em nossas vidas!

Amém!

Nele, que pode tudo, mas que não pôde quando não se quis,

Caio




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Esclareça suas dúvidas sobre a Gripe Suína

Esclareça suas dúvidas sobre a Gripe Suína

Matrix cristão...



Além deste paralelo apresentado no vídeo, sugiro a leitura dos textos que seguem logo abaixo...


O “CRISTIANISMO” COMO O PIOR ADVERSÁRIO DO EVANGELHO...


E O CRISTIANISMO VENCEU O MUNDO...


COMO O CAMINHO DO EVANGELHO VIROU CRISTIANISMO


O “JESUS” QUE JESUS NÃO CONHECE!


A FÉ EM JESUS É UMA RELIGIÃO?


COM A MORTE DO “PAI CRISTIANISMO”, DEUS ESTÁ ÓRFÃO?




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Aos que querem ensinar a Palavra...

Ensinar a Palavra


De quem é a responsabilidade pelo erro coletivo entre os que confessam o Nome?...

É claro que o povo é responsável também, mas, na Bíblia, a maior responsabilidade é de quem não é povo, como o rei, o sacerdote ou o falso profeta...

Na Bíblia os verdadeiros profetas não poupam o povo, mas o tratam como um menino tolo e enganável...

Oséias diz que assim como é o povo é o profeta, e assim como é o profeta é o povo...

No entanto, é o profeta que diz: “Eu tenho a Palavra do Senhor!...” — o povo apenas diz: “Conta-nos então...”; e, frequentemente, ouve sem saber discernir a mão direita da esquerda...

Por isto o povo sofre... Sim, em razão de seus profetas vendidos, sacerdotes gordos de conforto e reis corruptos e luxurientos...

Nos evangelhos vemos o amor e a compaixão de Jesus pela gente do povo, chamando-os de ovelhas sem pastor...

Assim Ele diz que quem sabia pouco e errou conforme o que sabia, esse levará “poucos açoites”, mas o que sabia muito e não curou os seus próprios caminhos, antes deliberadamente continuou em seu erro, esse levará “muitos açoites”...

As piores advertências do Novo Testamento são feitas a quem diz que sabe..., a quem diz que vê..., a quem diz que conhece e propõe que outros façam conforme ele diz saber...

As únicas vezes que Paulo menciona nomes negativamente nas suas cartas, todas elas têm a ver com aqueles que diziam que sabiam, mas ensinavam o erro...

O mesmo se pode dizer de Pedro. Suas duas cartas lidam com os que diziam que sabiam e ensinavam errado...

Judas, o irmão do Senhor, também dedica a sua cartinha aos que diziam que sabiam e ensinavam, e, por isto, corrompiam o povo pelo engano de seus ensinamentos...

As duas últimas cartas de João se referem também aos que impediam o povo de ter acesso ao que era bom e verdadeiro...

Por último, à exceção da Carta à Igreja em Filadélfia, todas as cartas às Igrejas do Apocalipse, são textos de advertência ao “anjo”, ao mensageiro; e, além dele, aos que no grupo diziam que sabiam, e, portanto, ensinavam errado e corrompiam...

Tiago diz:

“Não nos esqueçamos irmãos que aqueles que dizem que são mestres, esses receberem muito maior juízo!”

O que pode qualificar então alguém para anunciar o que sabe?

Primeiro: saiba apenas o que está revelado... Todos os problemas acima mencionados com Paulo, Pedro, Judas, Tiago, João e outros, sempre se vincularam ao que os “mestres traziam como novidades”...

Segundo: ensine somente aquilo que você sabe que Jesus ensinou e que os apóstolos ensinaram; portanto, não invente...

Terceiro: veja quais são as implicações de suas opiniões em relação ao que já esteja revelado... Não tenha opinião que se choque com a revelação, nem ao menos de resvalo...

Quarto: creia que você se torna responsável pela mentira, pelo engano, pelo distorcimento, pela perda de rumo que seu ensino sugerir...

Quinto: saiba que sua falta de fé não deve ser sua mensagem, pois, por ela você será cobrado...

Sexto: por mais cheio de conhecimento que você seja..., ainda assim não pregue se você apenas souber sem fé... Não anuncie nada sem fé... Nem mesmo um grande conhecimento!...

Sétimo: saiba que aquele que ensina fabrica idéias e pensamentos... Portanto, veja o que você semeia na mente das pessoas... No fim você será cobrado por todas as sementes hibridas que plantou ou por todas as sementes que você anunciou como sendo de uma qualidade... , quando, de fato, eram de outra...

Leva tempo até que a Palavra seja decantada em nós...

Por isto se diz que o “neófito”, ou “recém”, o “novinho”, “o jovem imaturo”, ou o “homem empolgado”..., não devem sair pregando; antes, precisam dar tempo ao tempo, e ver que qualidade de fruto será produzido em sua própria existência...

E mais:

Se em sua casa, com os seus, você não frutifica o Evangelho, por que haveria você de pregar a outros... se você não faz o Evangelho ser mostrado em silencio pela sua própria vida?...

A seara é grande e os trabalhadores são poucos... Mas Jesus não mandou treinar e nem recrutar...

Não! Ele disse que se deveria pedir ao Senhor da seara para que Ele mesmo mandasse trabalhadores para a Sua seara!

Assim, melhor do que uma multidão de pastores que não sabem discernir entre a mão direita e a esquerda... — é se ter apenas uns poucos pastores maduros, mas que façam tudo com amor e certeza em fé.

Não se apresse em levantar-se para pregar!...

Deixe que a Palavra levante você!

Quanto ao mais, apenas compartilhe o que seja o amor de Deus em você, mas não se apresse em ensinar...

Pense nisso!...

Nele,


Caio



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Jesus lia as Escrituras

Reflexões



Sendo o Verbo, como Ele não conheceria um derivado da Palavra, que é a Escritura?

A questão, porém, é outra: Como Jesus lia as Escrituras? Ou como ouvia as palavras dela?

Aqui falo do modo como Jesus interpretou as Escrituras, e do espírito de entendimento que Ele nos dá a fim a discernirmos a Palavra na Escritura.


Isto porque Jesus diz que Suas palavras são a Palavra, e nos recomenda que as percebamos como espírito e vida, e não como letra estática, morta, mumificada, e que se oferece para exumação aos "Caçadores de Múmias", nos quais se tornaram muitos exegetas e hermeutas da Escritura.

Um exemplo extraordinário está mostrado em Lucas 20: 27-40 e Mateus 22: 23-33.

A narrativa diz que chegaram alguns dos saduceus, que diziam não haver ressurreição—e que também não criam em anjos e em coisas do gênero—, e perguntaram-lhe:

Mestre, Moisés nos deixou escrito que se morrer alguém casado, porém sem filhos, o irmão dele deve casar-se com a viúva de seu irmão, a fim de lhe suscitar descendência.

Pois bem, havia, entre nós sete irmãos. O primeiro casou-se e morreu sem filhos; então o segundo, e depois o terceiro; e assim todos os sete tanto se casaram com ela, como também morreram, sem deixar filhos.

Ora, os saduceus não criam em ressurreição, e nem em anjos. Jesus ensinava o oposto.

Alguém diria: que sorte da mulher deles!

Enfim, morreu também a mulher.

Todos estavam ouvindo. Então, eles disseram:

Agora é o problema. Nossa questão é a seguinte: Na ressurreição, de qual deles será ela esposa, pois os sete por esposa a tiveram?

Respondeu-lhes Jesus:

Errais não conhecendo as Escrituras e nem o poder de Deus.

Os filhos deste mundo casam-se e dão-se em casamento; mas os que são havidos por dignos de alcançar o mundo vindouro, e a ressurreição dentre os mortos, nem se casam nem se dão em casamento; porque já não podem mais morrer; pois são como os anjos nos céus, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição.

E já que eles tinham usado o letrismo de Moisés a fim de criar uma Escritura, literalmente, sem espírito, Jesus também lhes disse, citando Moisés:

Quanto a ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos declarou, quando o próprio Moisés indicou, na passagem a respeito da sarça, chamando ao Senhor de o Deus de Abraão, e Deus de Isaque, e Deus de Jacó?

Ora, Ele não é Deus de mortos, mas de vivos; porque para Ele todos vivem!

Veja por você mesmo. Peça a Deus que o ilumine, a fim de que você discirna o espírito da Palavra.

Jesus é questionado com algo que deveria criar um problema moral e legal para a mensagem da ressurreição, visto que a Doutrina Moral, para os saduceus—que eram também, na sua maioria, da classe sacerdotal—, era muito mais importante que a vida; pois quem perde o espírito da Palavra, fica apenas com a falta de ressurreição das letras da Escritura.

Então, Jesus lhes responde apanhando o problema moral e legal, e o redimensionando na escala do espírito. Simplesmente diz que a imortalidade também não será moral e nem legal. E isto porque os elementos que condicionam a legalidade e moralidade são inexistentes numa dimensão onde cada um experimenta individuação completa e mergulha no amor e no entendimento absoluto.

No entanto, Ele fala não apenas do que sabe em-si-mesmo. Ele toma a Escritura em Gênesis—cujo texto, em total simplicidade, Jesus atribui a Moisés—, e mostra o que não está escrito, porém está dito.

O espírito da Palavra não está no que está escrito, mas no que está dito. E o modo como Jesus lê as Escrituras nos mostra a diferença entre uma coisa e outra; entre a letra e o espírito da Palavra.

Não está escrito que Deus é Deus de vivos e não de mortos, e que, portanto, a ressurreição é um estado também natural.

Em nenhum lugar do Velho Testamento isto está escrito. Todavia, está dito. E Jesus nos mostra isto apenas mostrando a sutileza do espírito do texto, e que se manifesta pela simples afirmação PRESENTE de que Deus É o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó. E como não se diz que Deus FOI o Deus daqueles homens; e como mesmo os três tendo existido na Terra em estado de contemporaneidade por algum espaço de tempo; tendo eles também morrido em sucessão; seria uma incongruência não os enterrar no passado da história, se tivessem morrido. Como porém viviam; era certo chamá-los na relação de vida PERMANENTE diante de Deus, pois para Deus, todos vivem.

Assim, Jesus não lhes tira dúvidas. Ao contrário, lança dúvidas nas certezas deles com a simples afirmação de Seu imperturbável entendimento espiritual. E mostra a eles que era Verdade o que Ele dizia, mas os deixa sem poder pegar em nada, visto que aquilo não estava escrito para dizer o que Ele disse, ainda que dissesse exatamente isto.

É assim o espírito da Palavra!


Caio



[O Portal dos Invisíveis]

Revista NOCAMINHO - Ano I - Edição II


Escreva para nós!

*Inclua seu nome completo, endereço, e-mail e número de telefone. As cartas poderão ser editadas e usadas em mídia impressa e eletrônica.

Nosso ser é fruto do que semeamos...


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Provérbios da vida no Evangelho

Reflexões



Neste texto quando eu aludir a Consciente, referir-me-ei ao homem sensato; e quando falar do Tolo..., estarei falando do Insensato ou do Simples em sua ingenuidade patológica ou deliberada em razão de processos de auto-engano.

1. O Consciente ouve toda verdadeira repreensão com temor grato, mas o Tolo sente-se ofendido por cada verdade que poderia ajudá-lo.

2. O Consciente sente todas as dores deste mundo e com elas lava-se em doçuras, mas o Tolo extrai da dor apenas a amargura.

3. O Consciente foge de toda luta que não seja pela vida, mas o Tolo faz de toda discordância uma questão de salvação do mundo.

4. O Consciente sente para si e medita com paciência cada coisa, mas o Tolo levanta-se e age conforme o primeiro impulso.

5. O Consciente ama a todos, mas o Tolo fica amigo de qualquer um que o trate bem naquela hora.

6. O Consciente sabe que amizade é um trabalho de tecimento e tecelagem, mas o Tolo acha que uma boa bebedeira faz amigos.

7. O Consciente vive e deixa viver, embora não negocie seus princípios jamais; mas o Tolo sente a obrigação de se impor sobre todos os diferentes.

8. O Consciente faz o bem e se esquece, mas o Tolo o conta como currículo.

9. O Consciente vive muito e fala pouco acerca de tudo o que já viu, mas para o Tolo toda primeira descoberta o torna o senhor de todos os saberes.

10. O Consciente ama a todos, até aqueles de quem não goste; mas o Tolo ama apenas os que lhe agradam com consentimentos, e desgosta-se de todos os que não sejam como ele.

11. O Consciente vê em cada outro humano um altar, mas o Tolo somente vê altares em lugares onde tijolos e pedras tenham sido erguidos.

12. O Consciente sente a espera da Volta do Filho do homem todos os dias, mas o Tolo crê que poderá prever alguma coisa.

13. O Consciente vê o mal e dele foge; mas o Tolo acha que é domador de demônios.

14. O Consciente sabe que a cada semente corresponde seu próprio fruto, mas o Tolo crê que pode semear uma natureza e colher outra.

15. O Consciente leva em consideração cada acusação que recebe e nelas medita, pois crê que delas possa tirar algum proveito, ainda que em silêncio; mas o Tolo perde a chance de se enxergar até nos exageros dos que o acusem.

16. O Consciente sabe que sua melhor certeza ainda é parcial, mas o Tolo julga ter atingido o discernimento pleno.

17. O Consciente pode esperar o tempo certo, mas o Tolo nunca perde uma oportunidade de ventar os seus impulsos e precipitações.

18. O Consciente sabe que somente o trabalho contínuo e perseverante estabelece a credibilidade, mas o Tolo quer se tornar sábio e respeitado da noite para o dia.
19. O Consciente é tentado e não se julga forte para dialogar com a tentação, mas o Tolo a leva para casa e lhe serve chá, julgando que poderá educá-la.

20. O Consciente sabe que seu pior diabo é a sua cobiça, mas o Tolo atribui ao Diabo externo todas as culpas.

21. O Consciente pode morrer sozinho, mas se saberá acompanhado e dignificado pela presença de anjos, mas o Tolo quer ter um cerimonial até para morrer.

22. O Consciente se satisfaz com a serenidade de seu ser, mas o Tolo somente é feliz se não houver nele nenhuma serenidade.

23. O Consciente não se obriga pelos caprichos de nenhuma maioria, mas o Tolo somente anda conforme os ditames majoritários.

24. O Consciente mede e discerne o peso de sua importância na vida, mas sabe que ela sempre será relativa; porém o Tolo julga que sem ele tudo o que foi feito não permanecerá.

25. O Consciente confia no vento e no seu poder incontrolável de espalhar sementes, mas o Tolo acha que se ele não industrializar o plantio..., sua existência não será produtiva.

26. O Consciente vive pela fé; o Tolo, porém, vive do que ele ache que possa controlar ou manipular.

27. O Consciente nunca não vai com a cara de alguém apenas por não ir, mas o Tolo desgosta de tudo e todos que lhe pareçam concorrência.

28. O Consciente sabe que deve amar a todos, embora tenha o privilégio de gostar de muitos; mas para o Tolo amor só se deve ter por quem se gosta pela concordância.

29. O Consciente sabe que toda vingança aumenta o mal muitas vezes mais, e, por isto, nunca recorre a ela; mas o Tolo prefere acabar o mundo a não vazar seu ódio como vingança.

30. O Consciente somente gosta de ganhar em parceria, mas o Tolo quer sempre ganhar sozinho.

31. O Consciente vive para fazer fácil a vida, mas o Tolo ama as complexidades.

32. O caminho do Consciente fica dia a dia mais simples, mas o caminho do Tolo vai se tornando um labirinto.

33. O Consciente cresce em todas as tribulações, mas o Tolo lamuria e cresce em desconfiança em cada uma delas.

34. O Consciente transforma traumas em lições, mas o Tolo os alimenta como álibis.

35. O Consciente não despreza nada e a tudo pondera, mas o Tolo elege as suas fontes.

36. O Consciente não vê em ninguém um competidor, mas apenas mais um auxilio; o Tolo, porém, vê em cada outro dom uma ameaça à sua vida e pregresso.

37. O Consciente foge da justiça dos homens, e busca conciliação pacifica; mas o Tolo ama os tribunais.

38. O Consciente aposta no trabalho, mas o Tolo aposta no jogo.

39. A Conquista do Consciente permanece, posto que seja de natureza espiritual, e, portanto, não passageira; mas o ganho miraculoso do Tolo desvanece-se antes do proveito.

40. O Consciente ama a simplicidade dos simples e a calma dos idosos, mas o Tolo apenas dá atenção ao que lhe possa auferir ganhos de alguma forma no instante.

41. O Consciente ama o mandamento da Vida, mas o Tolo acha tudo uma obrigação.

42. O Consciente busca renovar-se todos os dias, mas o Tolo busca adaptar-se todos os dias.

43. O Consciente crescerá em consciência...

44. O Tolo viciar-se-á em seus modos, e neles morrerá...; a menos que se converta à verdade que liberta a mente para aprender a sabedoria.

Nele, Jesus, de Quem aprendi que todas as coisas acima são Provérbios da Vida no Evangelho, deixo estes pequenos provérbios a fim de ajudar a simplificar o seu entendimento quanto ao fato de que a vida é conforme a semente,

Caio Fábio




[O Portal dos Invisíveis]

[Lançamento]

O homem é semente...

Ninguém foi mais claro e simples do que Jesus quanto a definir as conseqüências que advém de todas as expressões do homem no mundo.

Cada um será julgado pelo que foi. Sim, antes de tudo cada um de nós será julgado pelo que é..., muito mais do que em razão do que se faça.

Esta é a razão pela qual muitos que não fizeram nada de errado serão julgados negativamente, não em razão do que fizeram, mas sim de quem foram, puderam e tiveram..., e, portanto, pelo que podendo..., deixaram de fazer de bom.


Na Parábola das Ovelhas e Cabritos [Mt 25] Jesus nos ensina que a omissão é homicida e atraidora de grave juízo de Deus.

Não é preciso que se faça algo errado... Basta que não se faça nada... e tudo já está errado... Sim, pois até o não fazer, o se omitir, indica quem somos...

Na realidade o que o Evangelho ensina é que não é possível existir sem semear sementes de vida ou morte...

Somos semeadores sempre...

Nosso existir semeia sementes o tempo todo, seja por palavras, pensamentos, sentimentos, atitudes, juízos, ações ou omissões.

Não é possível existir sem semear!

Existir é semear...

Por isto não existe uma existência neutra, como se fosse uma Suíça existencial. Quem existe, semeia...

É por isto que somos advertidos que seremos sempre conhecidos pelo fruto de nossa vida, pois, eu semeio o que tenho no coração.

Mangueiras não dão semente de Fruta-Pão ou produzem flor de cactos.

Foi por esta razão que Jesus foi tão insistente no fato que pelos frutos se conhece o homem, assim como pelos frutos se conhece a árvore.

E mais:

Ele nos deu a mais simples forma de discernir a verdade da vida apenas vendo o fruto da vida.

“Podem ser colhidos figos em espinheiros ou uvas em abrolhos?”

O irmão de Jesus, Tiago, pergunta:

“Pode acaso a mesma fonte jorrar o que é doce e o que é amargo?” — seguindo a mesma lógica da vida ensinada por Jesus.

Paulo nos diz que tratar com descaso tal fato do existir é zombar de Deus, é achar que tal Princípio terá na pessoa que brinca com a vida a sua exceção...

“De Deus não se zomba: pois aquilo que o homem semear isso também ceifará”.

Ou seja:

Quem pensa que pode driblar tal Princípio da Vida, que diz que todo existir produz fruto — bom ou mal; e cada um com suas conseqüências, boas ou más — está brincando com Deus, ou em franco e explicito processo de zombaria de Deus como Criador de todos os Princípios da Vida.

Semear intriga e se queixar de receber ódio é zombaria...

Semear desconfiança e não aceitar colher suspeição ou distancia é brincar com Deus.

Semear corrupção, ou inveja, ou maldade e injustiça, e pretender não colher o desprezo que a maioria dá ao invejoso, o ódio que quase todo homem devolve à maldade e à injustiça recebidos, e ainda perguntar a Deus “por que” e se vitimar diante dos homens como um inocente... — é abominável diante de Deus.

O homem recebe espiritualmente da vida o que espiritualmente semeia na vida; assim como se ele plantar uma semente de uma qualidade e natureza específicas em seu pomar, colherá o fruto que corresponde à semente que ele plantou.

E mais:

Tem-se que saber que Deus perdoa as falsas semeaduras de nossa existência, ou as más sementes lançadas pelo nosso existir, ou mesmo os equívocos de nossas ações, mas, mesmo assim, não nos isenta conhecermos as conseqüências de nossa semeadura existencial e comportamental.

O “malfeitor perdoado” ao lado de Jesus na Cruz foi para o Paraíso, mas colheu todas as conseqüências que sua semeadura humana produziu no mundo.

Aliás, a primeira luz que nele brilhou como ação da Graça de Deus em sua consciência foi compreender que aquilo que o homem semeia ele mesmo ceifa — posto que dissesse: “... nós estamos recebendo o pagamento justo que os nossos atos merecem”.

Você anda por aí cheio de raiva, de cobiça, de amargura, de antipatia, de luxuria, de inveja, de maquinação, de ocultação, de omissão, de manipulação, de mentira, de infidelidade, de ciúmes, de intrigas, de mesquinharia, de intransigência, de desamor, e, depois, espera o quê?

Espera ser amado, querido, respeitado, tratado com dignidade, abraçado com sinceridade?

Sim, espera ficar amigo de Deus, dos anjos e dos homens bons?

Já vivi o suficiente para saber que tudo tem as suas conseqüências.

Sim, podemos até prová-las [as conseqüências] de modo já perdoado, como aconteceu com Davi, mas, mesmo assim, estaremos perdoadamente tendo que viver com as conseqüências do que plantamos.

É também por esta razão que a Sabedoria diz:

“Alegra-te jovem na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias de tua mocidade; anda pelos caminhos e satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos... Sabe, porém, que de todas essas coisas Deus te pedirá conta”.

Ao assim dizer a sabedoria ensina que o homem tem que escolher sempre, e que até as escolhas da juventude mais tenra têm suas conseqüências.

Daí a Sabedoria mandar viver até mesmo nos anos da “irresponsabilidade” — quando “love, then, is something easy to play” — com alegria consciente, pois, mesmo na alegria tola se está semeando algo sempre, e que sempre voltará para nós, não porque Deus o traga, mas apenas porque o semeador e a semente sempre se encontram na vida, posto que na existência o semeador e a semente sempre tenham a mesma natureza e qualidade de ser e existir.

Assim, é preciso realmente saber que tudo o que dizemos, fazemos, pensamos e imaginamos, nós irradiamos...

Sim, até quando nos omitimos e cruzamos os braços...

Outra coisa a se saber é que assim como semeamos em outros, também em nós outros semeiam.

Na realidade existe a semente em mim, no mínimo ambivalente; todavia, com tendência natural a tornar-se apenas mato ou espinheiro.

Entretanto, além disso, outros também semeiam em meu ser desde sempre. São heranças culturais, são influencias na infância, são amizades na adolescência, são traumas familiares, são impressões deixadas por pessoas que passam pela nossa vida..., além das sementes invisíveis das forças e poderes do ambiente espiritual que nos cerca.

No entanto, não se deve culpar os que semearam coisas ruins em nós, pois, culpá-los não salva a ninguém, muito pelo contrário; visto que na maioria das vezes os que assim fazem transferem para outros a responsabilidade..., jamais se curam em relação ao que neles foi semeado como mal.

Eu sou o responsável pelo que semeio e por não deixar que o que foi semeado de ruim em mim... se torne a minha própria semente na vida!

Afinal, é assim que é; pois, tribulação, dor, corrupção e morte vêm sobre a alma de todo homem que semeia o mal; assim como glória, honra, incorruptibilidade e vida eterna brotam como fruto normal na vida de todo homem que busca e faz o que é bom.

Duvidar disso e não atentar para tal realidade imbatível da existência, é como enforcar-se para dormir, esperando acordar um pouco mais descansado...



Nele, em Quem aprendo que aquilo que se semeia, se colhe, mesmo que o perdão nos tenha sido concedido pelo Pai,



Caio


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