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Está chegando a hora!

E se desse a louca na "igreja" e ela... quisesse ser IGREJA?

Geração múltipla escolha: filhos da fragilidade de alma!



Gerações fracas. É o que temos. E isto acontece em todo o mundo. De fato, com exceção dos lugares pobres e sem cultura, onde quer que as facilidades tecnológicas cheguem — aí surge uma geração frouxa e sem tenacidade.

Tome-se como exemplo o exército americano atual e o exercito de Israel.

Os “meninos” americanos são garotos jogadores de videogame e nada sabem sobre enfrentamento real, sobre dificuldades brabas, sobre confronto não programado. São ágeis no gatilho eletrônico do joguinho de matar no qual brincam em casa e, depois, no jogo da guerra, dentro de tanques blindados. Com aqueles brinquedos na mão eles são campeões da guerra.

Mas ponha-se qualquer daqueles meninos numa favela do Rio, à noite, sozinho, e se verá de que material são feitos.

Derretem. Têm síndrome do pânico. Desmaiam. Gritam pela mamãe. Sonham com o “home, sweet home”.

De outro lado, olhe-se para os guerreiros de Israel. Meninos-homens. Já nascem sabendo que jogo é jogo e treino é treino.


Oração pela Felicidade!

GLORIO-OSSÁRIO: Isto é para quem deseja saber o que quero dizer com cada palavra que digo

Assim nasceram todas as religiões...


FÁBRICA DE DEUSES

A alma humana demanda um plano para existir.

Pode ser o cumprir de ritos simples da vida, como nascer, crescer, passar estações, procriar, produzir, e morrer.

Mas todos precisam de algum roteiro, nem que seja apenas o biológico, como acontece com muitas tribos primitivas, e, também com muita gente da cidade. Isto porque mesmo em circunstâncias existenciais de primitividade, a alma demanda ritos e estações de sentido.

Ora, esta necessidade, diz o Gênesis, surge com as estrelas, com o firmamento, com o nascer dos dias e noites, e com o chamado à existência de estações naturais, como a primavera, o verão, o outono e o inverno.

Diz-se que eles foram “dados para” produzir marcos psicológicos e históricos, tanto imprimindo sentimentos na memória, quanto também ordenando a cronologia da existência, tanto dos humanos, quanto dos animais, os quais, instintivamente, também se servem deles a fim de cumprirem seus ciclos naturais.

Não é à toa que a Grande Visita tenha sido marcada por uma estrela no firmamento. Afinal, aquele era o marco dos marcos; e não apenas para a História Humana, mas, sobretudo, para a existência individual de cada pessoa.

Deus e o evangelicalismo judaico reducionista


DEUS E O EVANGELICALISMO JUDAICO REDUCIONISTA

Um Deus que seja Deus tem que saber quando o coração da criatura fala com Ele, mesmo quando o chama por outro nome ou nome nenhum; isto apenas porque Aquele que é o verdadeiro Deus é assim e age assim; e se assim não for, não é Deus.

Um Deus que tenha que ter “Seu” “Nome” soletrado corretamente, de preferencia em hebraico, a fim de saber que é com “Ele” que se está falando, não é Deus, mas deus, ou, na verdade, menos até que um deus...

Um Deus que demande que o hebraico seja a língua do Reino de Deus, o esperanto dos santos, é um ente nazista contra o resto do mundo; é um Hitler Judeu disfarçado de divindade.

Um Deus que exija que até mesmo os nomes dos protagonistas das histórias bíblicas sejam falados com seus nomes hebraicos [...] é um boçal.

Um Deus que se apresente do tamanho dessa mediocridade não serve nem pra ser homem, quanto mais para ser Deus!

Um Deus que seja Deus sabe de tudo e todos, de nada precisa ser informado, não se assusta, não tem que existir para quem fala, não precisa de nada, pois, sendo Deus, criou tudo o que existe pela Palavra do Seu Poder, e, por esta mesma Palavra, age, cria, recria, julga, revela, ilumina, endurece, exalta, abate, levanta, derruba, perdoa, condena, tem misericórdia, e, faz a misericórdia sempre triunfar sobre o juízo — para quem saiba Seu Nome bíblico ou não.

Um Deus que seja Deus — Sabe!

Nele, que sabe todas as coisas, posto que tudo seja Nele, e, fora Dele, nada exista,

Caio
11 de novembro de 2012 – DF

www.caiofabio.net // www.vemevetv.com.br

Por que te amo assim..., Jesus?



COMO ME SEDUZISTE?


Por que te amo assim..., Jesus?

Só sei que foi por causa do teu amor por mim!

Agora, tudo me fale de Ti.

Sim, porque criastes todas as coisas, todas as coisas agora só me falam de Ti.

E porque sei que me fizestes, hoje tudo em mim só me lembra de Ti, Senhor.

Teu amor, Teu terror, Teu calor, Teu temor, Teu perdão, Teu trovão, Teu refugio, Tua ira, Teu galardão, Tua sentença, Teu poder, Tua singeleza, Teu braço, Tua brisa — sim, tudo se tornou uma só coisa em mim!

Tu és!
Eu sou em Ti!
Tu-eu-eu-Tu!

Nele, nós,

Caio

11 de novembro de 2012 - DF 

www.caiofabio.net // www.vemevetv.com.br

... e por não haver umidade, secou...


HÚMUS, HUMOR, HUMILDADE, UMIDADE — temas do coração!

“... e por não haver umidade, secou...”— Jesus.

Umidade é essencial...

A palavra designa aquilo que está afetado pela presença da água, especialmente em estado gasoso ou vaporizado.

Umidade vem da mesma raiz de húmus, que designa o estado de adensamento de matéria orgânica carregada de fertilizantes naturais produzidos por minhocas e micro-organismos, deixando o chão fértil.

Umidade, húmus, humor... 

Humor também tem seu vínculo com a mesma raiz filológica. Afinal, o que é humor senão uma atitude fértil, rica, cheia de húmus e de umidade e, portanto, aberta à vida — como o bom humor produz.

Jesus disse na parábola do Semeador, em Marcos, que a semente que produziu foi aquela que caiu em terra com umidade; humorada por húmus e humildade.

Humildade também se conecta à mesma raiz de húmus, humor e úmido.

Humildade designa o ser de atitude proativa, ensinável, acolhedora, receptiva, bem humorada, umedecida pela boa vontade; sendo assim, portanto, um ser ensinável; ou seja: humilde.

Segundo a sabedoria de Jesus na parábola do Semeador, as sementes que não vingaram foram as que caíram em terra seca, ou superficial, ou pedrada, ou mesmo saturadas de espinhos — que nascem em geral em lugares secos. 

Ora, isto deixa claro que até para que alguém aproveite o Evangelho, é necessário que nele haja umidade interior, o que denota a presença de húmus/humor, húmus/humildade — ou seja: tem-se que ter a atitude interior de uma terra rica, aberta, acolhedora, umedecida, bem humorada para com a bondade de Deus. Sim, terra/coração humilde, e, portanto, ensinável e pronto para ficar prenho do sêmen do Evangelho.

Quem assim se oferece a Deus, ao Evangelho, à Palavra Semente da Vida, esse é boa terra; e em tal estado se manterá se não perder o húmus, o humor, a umidade, a humildade. 

Sim, quem assim é e assim se mantém, dará fruto de crescimento no amor a 30%, a 60% e a 100%.

Nele, que nos chama a aprendermos com Ele a sermos mansos e humildes de coração,

Caio
10 de novembro de 2012 – Lago Norte – Brasília – DF

www.vemevetv.com.br // www.caiofabio.net

Como os crentes são pagãos!...



LEVITAS, SACERDOTES, SACRIFÍCIOS, ETC... DOS “JUDEUSEVANGELICOS”

Quando no inicio da década de 90 chegaram aqui essas “restaurações ministeriais” e suas nomenclaturas, logo me manifestei em pregações, artigos, falas em Congressos para Pastores e Líderes, etc.

Eu conhecia os irmãos que estavam propagando isto, e sabia que alguns eram sinceros, embora ignorantes do espirito do Evangelho, enquanto outros eram oportunistas de temas e movidas... Uma questão mercadológica e de marketing apenas!

Meu coração se revoltou...

Ninguém que leia o NT pode fazer um retrocesso desse tamanho!

É pisar na Cruz!

É minimizar o que O Sacerdote eterno já consumou!

É ofensa contra o ensino apostólico!

É epístola Anti-Hebreus!

É a reedição da Sombra contra o Realizado!

É o retorno aos bodes e touros como sacrifício!

É Velhotestamentização da outrora “igreja”!

É rolar a pedra para a porta da tumba da ressurreição!

É vitória de Caifás contra Jesus!

É a supremacia do Templo sobre o Cordeiro!

Tufão é muito mais gente de caráter do que a maioria dos pastores 171 que em nome de “Deus” fazem do povo os “bichos do jogo”




PENTECOSTALISMO, ESPIRITUALIDADE 171 E AVENIDA BRASIL

Existem muitos modos de “ver” as coisas que concernem a “Deus” [conceito] e à “espiritualidade” [prática do conceito espiritual no qual se crê].

Nem de longe é meu objetivo discorrer sobre as principais vertentes dessas espiritualidades; afinal, teria que ser um imenso de um livro o projeto que sequer pretendesse arranhar as multi-gamas dessas variáveis de olhar espiritual entre os humanos.

Atenho-me ao nosso meio imediato: o mundo cristão evangélico!

Ora, no ambiente chamado “evangélico” [que cobre hoje todos os grupos não católicos de confissão bíblica no país] — foi o Pentecostalismo [de todos os matizes] o introdutor de um pressuposto devastador para a produção de uma consciência carregada de caráter e honestidade nas práticas da vida.

O Pentecostalismo, em linhas gerais, não é predestinista-divino da segurança da salvação [como são os Reformados], embora seja predestinista-humano do inferno, quando pela certeza de que “fora dos cultos e das frequências e filiação à igreja local não há salvação”, com imensa facilidade danam toda a humanidade não igrejada no fogo...; sim, e isso por um tempo de duração eterna.

Assim nasce a ufania de que o crente pentecostal tem um poder espiritual maior do que todos os demais, pela certeza de que se houver observância aos ditames morais e aos costumes espirituais da “igreja” a pessoa se torna santa, e, portanto, superior a todos os demais humanos no planeta [caso não faça nenhuma irregularidade bíblico comportamental e jamais deixe de obedecer ao seu pastor ou líder].