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OS DESIGREJADOS - Resposta a uma Entrevista



OS DESIGREJADOS - Resposta a uma Entrevista

1) Como líder cristão com larga trajetória na chamada "igreja institucional" e já há cerca de 12 anos com o Caminho da Graça, que leitura o senhor faz do crescimento desse movimento de "desigrejados" no país - fenômeno que, além de envolver mais e mais pessoas, já é objeto de teses, dissertações e livros?

Resposta: 

Não tenho dúvidas quanto ao fato de que houve alguns fatores a contribuir pra o ocorrido, conforme eu vinha dizendo desde 1982.

E se desse a louca na "igreja" e ela... quisesse ser IGREJA?

Não vou falar de flores... É carnaval mesmo...


Sobre os comments dos nossos posts nas redes sociais: aos que estão preocupados...
Nossa paciência já esgotou de vez (ela já esgotou de vez outras vezes, é verdade...). É que ela vive esgotada! “Esses crimes atrozes... é todo dia agora!” Então, decisão em meio ao esgotamento de hoje: não tem mais conversa com quem quer manter a tal da "roupa suja sendo lavada em casa" para não "envergonhar o Evangelho".

Que casa? Essa é a Igreja? E a Igreja Evangélica é o Reino de Deus no mundo? Do que vocês estão falando? Vocês carregam mesmo essa soberba de se achar descendência de Abraão porque estão arrolados num livro de membros que você confia se parecer com o Livro da Vida? Mas Jesus não disse que o Reino de Deus está em nós, e nós no mundo, salgando a Terra e se misturando a ela? E no “nós” estão incluídos até os que não andam conosco, segundo Jesus! Portanto, não chamem mais a igreja de Casa de Deus! Ela não é, nunca foi, nunca será nesse mundo!!! Deus não é louco! Não habita em nada que a gente tenha construído!!!

Então quando achamos que um pastor não devia ganhar seja 300 ou os defendidos 4 milhões que Jesus manda (?), e o dizemos publicamente, estamos envergonhando o Evangelho com escândalos? Meu Deus, você acha que o escândalo é denunciar o “ungido” e não o fato do “ungido” estar se ungindo do suor do sacrifício dos incautos, defraudando o Evangelho que você não quer exposto? Que Evangelho? Esse é o Evangelho? Esse que usa púlpitos decorados de Cruz e Bíblia para vender fronhas e meias sagradas, colher de pedreiro, martelo divino de mil reais, canetas de Deus para assinar cheques que fechem bons negócios ou garantam boas compras, além de cobrar para banhar “cristãos” com água benta e arruda??? Você está ficando maluco de nos julgar por julgar charlatães? Você não percebe que estamos “julgando ESPÍRITOS para ver se procedem de Deus???” Puxa, você não percebe...

Deus e o evangelicalismo judaico reducionista


DEUS E O EVANGELICALISMO JUDAICO REDUCIONISTA

Um Deus que seja Deus tem que saber quando o coração da criatura fala com Ele, mesmo quando o chama por outro nome ou nome nenhum; isto apenas porque Aquele que é o verdadeiro Deus é assim e age assim; e se assim não for, não é Deus.

Um Deus que tenha que ter “Seu” “Nome” soletrado corretamente, de preferencia em hebraico, a fim de saber que é com “Ele” que se está falando, não é Deus, mas deus, ou, na verdade, menos até que um deus...

Um Deus que demande que o hebraico seja a língua do Reino de Deus, o esperanto dos santos, é um ente nazista contra o resto do mundo; é um Hitler Judeu disfarçado de divindade.

Um Deus que exija que até mesmo os nomes dos protagonistas das histórias bíblicas sejam falados com seus nomes hebraicos [...] é um boçal.

Um Deus que se apresente do tamanho dessa mediocridade não serve nem pra ser homem, quanto mais para ser Deus!

Um Deus que seja Deus sabe de tudo e todos, de nada precisa ser informado, não se assusta, não tem que existir para quem fala, não precisa de nada, pois, sendo Deus, criou tudo o que existe pela Palavra do Seu Poder, e, por esta mesma Palavra, age, cria, recria, julga, revela, ilumina, endurece, exalta, abate, levanta, derruba, perdoa, condena, tem misericórdia, e, faz a misericórdia sempre triunfar sobre o juízo — para quem saiba Seu Nome bíblico ou não.

Um Deus que seja Deus — Sabe!

Nele, que sabe todas as coisas, posto que tudo seja Nele, e, fora Dele, nada exista,

Caio
11 de novembro de 2012 – DF

www.caiofabio.net // www.vemevetv.com.br

Precisamos de uma Nova Reforma Protestante? Não. Precisamos de Regeneração no Evangelho!

Afinal, qual é a crise da igreja evangélica?


“Se algum dia conhecemos a Jesus segundo a carne, já, agora, todavia, não o conhecemos desse modo”—Apóstolo Paulo.

“O Evangelho não foi provado e julgado falho. Ele foi julgado difícil e portanto permanece não provado até hoje”—Soren Kierkegaard

Alguns dizem que “a crise da igreja evangélica é uma crise de conteúdo”, conforme li numa declaração de um “pensador evangélico” recentemente.

Ora, se for “evangélico”, não é pensador; e se for pensador, não será mais “evangélico”.

Ninguém que pensa, é “evangélico”. Não mais hoje em dia. Nem tampouco ninguém que sente com verdade é “evangélico”. Não mais hoje em dia!

Portanto, saibam os “evangélicos”: se pensar, não é “pensador evangélico”; assim como se tiver alma, não será “psicólogo evangélico”. Daí, para mim, a frase “pensador evangélico” ou “psicólogo evangélico” ser uma impossibilidade da mente e da alma.

No mesmo texto ao qual antes me referi decretou-se a morte do “movimento evangélico”.

Engano! Isto não acontecerá!

A “igreja evangélica” não morrerá. Ela já está morta. Todavia, o “movimento evangélico”, saibam todos, não morrerá. Sim, ficará aí... e será o que todas as outras religiões são, mesmo as mais “mortas”; apenas com uma diferença: os evangélicos são os menos sofisticados de todos, à exceção, talvez, dos islâmicos fanáticos.

Quem dera a “crise evangélica” fosse tão simples!

Entrevista para a revista Cristianismo Hoje






Entrevista com Pr. Caio Fábio para a revista Cristianismo Hoje.
Danilo Fernandes e Carlos Moreira - o pessoal do Genizah - fizeram a entrevista.

Edir e o Diabo trocam uma ideia sobre o Valdemiro



O que mais me aborrece quando vejo cenas como esse teatrinhoinfame capitaneado pelo empresário Edir Macedo NÃO É o absurdo dessa entrevista com o diabo - um demônio fofoqueiro demais, aliás (agora descobri porque tem tanto futrico nos corredores das igrejas: Se no púlpito Deus e o Diabo ficam de mexerico!!??). Mas NÃO É a forma sádico-fetichista com o qual ele "domina" o diabo agarrando a mulher pelos cabelos DELA, submetendo, sem a menor necessidade, o "vaso mais frágil" a mais indignidade ainda do que a indignidade que tal "possessão" já a tem exposta! O que mais me aborrece NÃO É ver a cara bispal arreganhada de satisfação maligna quando sabe que a família do ex-amigo está arrebentada! Também NÃO É a fajuta imitação que o demônio faz do apóstolo, que qualquer humorista faria melhor... NÃO, NÃO, NÃO... Não é isso que me aborrece, pasma, assombra; pois isso não é nada diferente do que eu espero que ele, o bispo, faça! Ele é assim desde o começo e suas "habilidades" cafonas só "melhoram" com o avançar da idade...

QUER SABER O QUE ME ASSOMBRA?

São os bonzinhos, os éticos, os polidos, os "bíblicos", os "teológos", os "evangélicos" das igrejas teologicamente "saúdaveis"... Sim, me assusta não o que a UNIVERSAL e a MUNDIAL fazem, mas sim o que presbiterianos, batistas, metodistas, luteranos e pentecostais antigos NÃO fazem!

São esses que me irritam: não têm pena do povo, ficam rindo de ver a deprimência da cena, chamam VALDEMIRO e MACEDO de "eles", que são diferentes de "nós", enquanto todos estão dentro do mesmo guarda-chuva EVANGÉLICO que é todo furado por baixo por causa das pontas dos guarda-chuvas menores que ficam acolhidos debaixo dessa nominação religiosa que cabe desde macumba à congressos de santa reflexão teológica!

O que me enoja não é a cena armada para assustar o público e impedir o fluxo de membresia que vaza da UNIVERSAL para a MUNDIAL. Não! Me enoja os caras que sabem falar, saberiam ajudar o povo a discernir, têm voz na mídia, têm centenas de vídeos no youtube, têm livros escritos com muita sabedoria, têm blogs, sites, estudos, Palavra, autoridade pública, têm TUDO e não fazem... NADA. Não reagem à opressão religiosa. Não gritam, não dão uma de loucos, não saem de cima do muro, não expressam opinião aberta, são medrosos, melindrosos, bundões mesmo!!!!

Uns dizem: "Eh, mas Deus está salvando lá dentro!" - Meus amigos, Deus está salvando até dentro dos prostíbulos! Outros argumentam:

Os desigrejados estão se entregando ao cinismo em relação a tudo...


AOS DESIGREJADOS E AOS QUE NÃO SOFREM DE AMINÉSIA!...

O fenômeno que hoje assusta as lideranças religiosas — embora elas não digam nada sobre o assunto, e, ao contrário, celebrem sucessos... —, é o do crescente grupo dos desigrejados; ou seja: dos que foram gente da “igreja”, mas que, agora, não conseguem nem mais passar na rua da “igreja/prédio”...

Ora, esse fenômeno é novo em tese, embora faça 25 anos que eu diga que já começava a ser assim naquele tempo; não nos volumes de evasão massiva da atualidade. Todavia, tenho vários livros escritos que afirmam o que acabei de dizer, e inúmeros artigos meus, do passado, os quais denunciavam o que inevitavelmente aconteceria.

Os frequentadores dos Congressos da Vinde do meio da década de 80 em diante [...] me ouviram dizer isto inúmeras vezes. E os livros que publiquei na época são o testemunho escrito de que eu dizia isto então; e não apenas hoje, em razão das Estatísticas do IBGE.

Porém, no meio religioso, as coisas somente são dadas como fato quando não há mais como negá-las!...

Naquele tempo, todavia, quando eu me sentia ainda parte do movimento “evangélico” e fazia tudo para mostrar ao mundo que ele não era tão feio e abjeto como de fato já era [...]; minha consciência me mandava gritar para “dentro da igreja” — e eu era ouvido aos milhões, só não era crido no que dizia, pois, então, não era conveniente para os líderes que se ajuntavam aos milhares para me ouvirem, crerem no que eu dizia... — que aqueles novos “movimentos”; a saber: os movimentos de “crescimento de igreja”, da “Teologia da Prosperidade”, da “Barganha Financeira com Deus”; e também o movimento de “Comercio de Música Gospel”, de “testemunhos circenses”, de “Quedas no Espírito”; e, sobretudo, acerca dos movimentos Neopentecostais que tiveram na IURD seu berço nacional, mas que se expandiu por quase todas as “igrejas”, exceto algumas “históricas”... Sim, que aqueles movimentos acabariam com o que restava de Igreja na “igreja”.

Era óbvio que os mais pensantes e sensíveis não suportariam aquele surto muito tempo. Cansariam e não aguentariam para sempre aquela histeria...

Não contamos ninguém, mas contamos com todos!


"No dia em que se fizer a "conta" de quantos sejam os membros do "Caminho da Graça", nesse dia o "Caminho da Graça" acabou." (Caio Fábio)

Sobre CENSO de membros e IBGE celestial no Caminho da Graça.

Assim que me converti, em meio a uma adolescência aflita, entreguei-me à devocionalidade pessoal e li quase a
Bíblia toda.

Depois, me indicaram uma igreja. Eu fui.

Cheguei e já "superava os de minha idade" em relação ao conhecimento e à experiência íntima com Jesus.

Daí eu passei a desejar que todos experimentassem isso, e de pronto, com 15 anos, assumi a presidência de adolescentes da IPI.

De uns 15 jovenzinhos, eleitos por Calvino filhos de Deus de nascimento, passamos para uns 50 rapidamente, vindo todos do lado de fora do portão.

E foi aí que eu virei 'evangélico'...rsrs... Sim! Para manter o desempenho e a popularidade, eu virava o mundo do avesso, ligava pra todo mundo, mandava buscar, fazia jantares, sorvetadas, caldo verde, gincanas, shows de música, retiros, retiros, retiros...

Foi bom, mas perdi as primeiras referências de fé: que é viver a vida cristã para além das agendas de culto e reuniões.

Fui eleito, 3 anos depois, presidente de Mocidade; e aí que eu me tornei um 'promoter' mesmo... rs

Éramos quase 100 jovens (tirando adolescentes, jovens casados, e adultos que andavam com a gente) e vivíamos numa animada confraternização.

Mas uma coisa feia cresce na gente, sem que disso você se aperceba: Orgulho. A sensação de que "fui eu quem fiz!", sabe?

Perdoem-me, irmãos, mas eu preciso confessar!



Leia aqui o texto. 

Crescimento evangélico estimula mercado que une consumo e religião



Universal do Reino de Deus se expande em ritmo de multinacional
Muitas pessoas temem que os negócios estejam tomando o lugar de questões mais importantes relacionadas à fé.

É um grupo cada vez mais numeroso e com sede de prosperar e consumir. O crescimento dos evangélicos no Brasil, em especial no ramo pentecostal, provocou mais do que mudanças religiosas: fortaleceu um mercado econômico, que chama a atenção tanto de igrejas como da iniciativa privada.
De seu lado, as igrejas criaram estratégias de negócios. Algumas desenvolveram estruturas empresariais e planos de carreira; outras lançaram até cartões de crédito. E diversas montaram grupos e reuniões em que estimulam os fiéis a abrir negócios próprios e sanar suas finanças, com base na Teologia da Prosperidade - movimento que prega o bem-estar material do homem.
"Passava uma vida de miséria, comendo carcaça de frango", conta uma frequentadora da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), acrescentando que, depois que começou a assistir às "reuniões da prosperidade" semanais da igreja, "as portas começaram a se abrir". O depoimento é exibido pela própria IURD no YouTube.
Em outro vídeo, um fiel diz que seus negócios não deram certo até ele entrar para o culto. Depois de "sair das trevas", ele comprou "quatro, cinco casas", onde cabem "sete ou oito carros".

"A igreja é um local de ritos, mas hoje também um espaço de trocas e bens simbólicos", diz Leonildo Silveira Campos, do departamento de Ciências Sociais e Religião da Universidade Metodista.


Mara Maravilha em sua loja na rua Conde de Sarzedas
Mara Maravilha tem loja na Conde de Sarzedas, rua especializada em atender público cristão

"É voltada a pessoas cada vez menos preocupadas com questões transcendentais, e sim com o aqui e o agora. Para o novo pentecostal, o dinheiro não é para ser acumulado como previa a ética protestante, mas para comprar o carro e o apartamento novo. Para se inserir no mercado de consumo."

Igrejas e empresas respondem a isso com produtos, que incluem cartões de crédito - emitidos pelas igrejas Internacional da Graça de Deus e Assembleia de Deus - e lançamentos constantes.
A rua Conde de Sarzedas, no Centro de São Paulo, se especializou em atender consumidores cristãos. Ali, é possível comprar de bíblias segmentadas a CDs, jogos de tabuleiro com temas bíblicos e pacotes de turismo para Egito e Israel.

Cresce o número de evangélicos sem ligação com igrejas

Cresce o número de evangélicos sem ligação com igrejas
Antônio Gois e Hélio Schwartsman, na Folha de S.Paulo

Pesquisa mostra que, entre 2003 e 2009, fatia de fiéis que dizem não ter vínculo institucional saltou de 4% para 14%.


Verônica de Oliveira, 31, foi batizada católica e vai à missa aos domingos. No entanto, moradora do morro Santa Marta, no Rio, é vista com frequência também nos cultos das igrejas evangélicas Deus é Amor e Nova Vida.

Quando questionada sobre sua filiação, dispara: "Nem eu sei explicar direito. Acho que Deus é um só".

Em cada igreja, ela gosta de uma característica. Na Católica, são os folhetos distribuídos na missa. Na Deus é Amor, "um pastor que fala uma língua meio doida". Na Nova Vida, aprecia o fato de lerem bastante a Bíblia.

Mais do que trair hesitações teológicas, casos como o de Verônica, de "religiosos genéricos", que não se prendem a uma denominação, crescem nas estatísticas.

Um bom indício do fenômeno surge nos dados sobre religião da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), do IBGE, que pesquisou o tema em 2003 e 2009. No período, só entre evangélicos, a fatia dos que se disseram sem vínculo institucional foi de 4% para 14% -um salto de mais de 4 milhões de pessoas.

Entram nesse balaio, além de multievangélicos como Verônica, pessoas que não se sentem ligadas a nenhuma igreja específica, mas não deixaram de considerar-se evangélicos, em processo análogo ao dos chamados "católicos não praticantes".
A intensidade exata do fenômeno só será conhecida quando saírem dados de religião do Censo de 2010.

Jesus é de um modo e a igreja de outro completamente diferente Dele.

É VOCÊ UM PAGÃO QUE ADORA O “JESUS/IGREJA”?



Na mente dos cristãos uma das maiores dificuldades é entender por que Jesus é de um modo e a igreja de outro completamente diferente Dele.


Quando tal “diferença” aparece na pratica diante do crente, em geral ele pensa que Jesus era como os evangelhos nos contam, mas que agora Ele se tornou como a “igreja”.


Ou seja: Jesus teria se desconvertido de Sua Graça e Amor e se tornado “cristão”.


Sim! Cristo virou apenas um grande Cristo, um Cristo Grandão; literalmente um “Cristão”.  


Ora, o hibrido “Jesus/Igreja” é o “Deus misto” da maioria dos cristãos. E é bem grandão, pois, crêem de fato Jesus virou um Cristão.


Assim, se não há sublimidade em tal “Sagrado Hibrido”, também não há muita inspiração que demande que a existência transcenda o que os homens chamam de “minha vida”.


Desse modo, tal “Jesus/Igreja” é amado pelos crentes com a fidelidade de quem ama a Jesus mesmo, porém, devotando tal amor a um ente que é, muitas vezes, a total negação do que Jesus diz que vale o nosso amor.

Meu povo perece por falta de entendimento

Certas faltas de compreensão entre os cristãos religiosos (especialmente evangélicos pentecostais ou neo-pentecostais) — são sempre de impressionar pela eterna imaturidade e estado de imbecilização mental.


Na realidade me assusta sempre ver que as pessoas se dizem crentes em Jesus, mas tanto não conhecem os evangelhos (não os lêem mesmo!), como também nada sabem acerca do significado do que Jesus veio fazer.


São pagãos de mente, mas falam em nome de Jesus o tempo todo, como mágica devota e proteção supersticiosa.


Brigam pela Bíblia, mas não a conhecem. E o que dela sabem vem da interpretação frequentemente tresloucada ou corrompida que outros fazem e apresentam.