Mostrando postagens com marcador vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vida. Mostrar todas as postagens

A vida cheia de Graça



Nisto conhecemos o Amor: que Cristo deu a Sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos. (Primeira Carta de João 3:16)

A Graça, todavia, não é apenas algo para se crer, mas, sobretudo, algo para se viver. Assim, não apenas somos salvos pela Graça, mas também para uma vida de Graça, que se manifesta como uma existência na qual a consciência do perdão gera um espírito de misericórdia em relação ao próximo. E isso tudo fundado numa percepção apenas: aqueles que receberam Graça, esses são filhos dela, e praticam-na como amor e misericórdia.

Veja a Parábola do Credor Incompassivo, descrita no Evangelho segundo Mateus 18, e você vai perceber como a base de tudo é uma só: como fui perdoado de Graça, devo também em Graça perdoar, pois o Espírito da Graça me leva a fazê-lo.

Não somos salvos pelas obras, para que ninguém se glorie, mas somos salvos para boas obras, e isso para a glória de Deus. Desse modo, a Graça gera uma vida cheia de obras que nada mais são do que frutos naturais dela mesma. A Graça é a semente e as obras são o fruto; e esse fruto é Amor; do qual todas as demais virtudes derivam.

Caio

A Graça não apenas é melhor que a vida. Sem a Graça não há vida.


Graça: proveniente do latim gratia; tradução da palavra grega charis. Significado: graciosidade, benevolência, favor ou bondade. 

O apóstolo Paulo, em suas cartas e discursos, usou o termo charis 133 vezes, e, em todas elas, sempre com o significado de “favor livremente concedido”, especialmente para se referir ao que Deus fez por nós em Jesus Cristo, bem como ao que ele faz em nós pelo seu Espírito.
 
»    O que se fala agora sobre Graça?

DECISÕES DE VIDA E MORTE NO DIA A DIA DO CAMINHO NAÇÕES - Marcelo Quintela




Projeto Oásis no Deserto | Decisões de vida e morte no dia a dia do Caminho Nações

Projeto Oásis no Deserto | Decisões de vida e morte no dia a dia do Caminho Nações

DECISÕES DE VIDA E MORTE NO DIA A DIA DO CAMINHO NAÇÕES

Um sacrifício, uma salvação, um orfanato!
Ano de 2012. Sul da Nigéria.

Caso: Michael, 7 anos, “criança-bruxa” resgatada pela equipe Way to the Nations (Caminho-Nações) na África.
Ele que nos procurou com a cabeça rajada vazando a ferida de uma pancada tomada com uma barra de ferro. Michael. Vamos salvar o Michael. É para isso que o Leonardo, diretor na Nigéria, está programado aqui no Campo.

COMO VIVER, PROVAR E USUFRUIR A CERTEZA DE QUE EM JESUS SOU UM HOMEM NÃO INTERROMPÍVEL?





O Caminho de Jesus é uma vereda para o mais profundo do coração do homem.

Portanto, não existe nenhum ambiente no qual o Evangelho possa ser provado se não no coração humano.

Além disso, o Evangelho só se manifesta como tal se além de acontecer no coração, ele for vivido e praticado com fé alegre e entregue.

Então ele dá os seus frutos, que são as promessas de vida e paz que Jesus afirmou que aquele que crê experimenta.

O Evangelho não é um pacote de doutrinas, mas um Encontro, do qual surge um novo modo de ser, o qual nasce de uma re-generação do ser; ou seja: de um re-gêneses humano; de um nascer de novo; que significa nascer da e na consciência de que Deus é amor; e, portanto, os que nasceram Dele, vivem para andar em amor que assim se expressa no trato total da vida.

E a grande força que nasce de tal internalização e transformação do olhar e do caráter, é a certeza de nossa não descontinuidade.

Ou seja: vive-se com a certeza que somos entes contínuos, não interrompíveis por nada; pois, para quem assim crê, com a morte da morte, acaba-se a descontinuidade.

Desse modo surge a inabalável confiança no coração de quem nada mais teme, pela certeza de que nada se perde, de que tudo se re-cria, e de que, em amor, tudo se transforma.

Então, para esses... Para esses que conhecem a Deus, basta-lhes a Graça de um dia o haverem conhecido.

Esses servem a Deus por nada.

Para eles tudo já está feito.

Sim, esses são prósperos até quando passam fome.

Caio

CAMINHOS QUE NUNCA FALHAM


CAMINHOS QUE NUNCA FALHAM

O soberbo cairá...
O humilde aprenderá...
O rico ficará vazio...
O pobre será farto...
O altivo será quebrantado...
O quebrantado será elevado em espírito...
O elevado em espírito será muito tentado...
O tentado se conhecerá...

Desconecte-se para conectar-se | Pense nisto!

Alpinista com paralisia escala montanha de 900 metros




Não se preocupe tanto assim com o alpinista. Steve Wampler está passando o maior aperto, ainda não tem certeza se vai aguentar a subida de quase um quilômetro, mas já enfrentou momentos muito mais difíceis. E isso foi antes mesmo de nascer. Sem oxigênio por quase seis minutos, preso no útero da mãe, o bebezinho chegou muito perto da morte até que foi, enfim, resgatado pelas mãos do médico.

Por que Jesus mandou pregar?

para ser
Por que Jesus mandou pregar o Evangelho?

Primeiro devo começar com o que não é objetivo do anuncio do Evangelho, mas que entre a multidão dos discípulos equivocados, é aclamado como sendo parte do objetivo do Evangelho.

Não é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado a fim de fazer as pessoas mudarem de religião.

Nem tampouco para que as pessoas passem a freqüentar um templo, nem para cantarem hinos para Jesus entre chineses ou hindus, esquimós ou índios nus, como dizia o “corinho” da Escola Dominical.

Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que o Cristianismo se expanda na Terra. Deus não é cristão, contrariamente ao que alguns dizem: “O Deus cristão é...” assim ou assado...

Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para despovoar o inferno e povoar o céu, como se tudo dependesse da iniciativa do “cristianismo” para a salvação humana.

Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que os crentes sejam “glorificados” na Terra.

Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para batizar pessoas usando muita ou pouca água.

Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que se discuta com os novos convertidos o resto da vida acerca de quem joio e quem é trigo.

Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para criarmos impérios de comunicação cristãos.

Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para qualquer coisa que não seja a encarnação do bem do Evangelho no coração das pessoas.

O Evangelho é a noticia de Deus aos homens, a saber: que Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo todo.

Jesus não ergueu nada fora do coração humano, correndo todos os riscos de tal “confiança” na natureza humana, pois, de fato, fora do coração não cabe nada que seja essencialmente reino de Deus.

Qualquer bem do Evangelho será sempre vida. E vida como o ensino e conforme a prática de Jesus, no espírito de tudo o que Ele viveu e, assim, ensinou.

O Evangelho, portanto, antes de tudo é Reconciliação.

Sim! É Reconciliação do homem com Deus, consigo mesmo e com o próximo, mesmo que o próximo seja inimigo, pois, assim como Deus se reconciliou conosco sendo nós inimigos de Deus no entendimento e nas praticas de obras perversas e alienadas, ainda assim Ele nos amou e nos ama, e, unilateralmente se reconciliou conosco.

É Reconciliação com Deus porque Deus a fez e feita está. Assim, não há o que discutir, mas apenas dizer “quero” ou “não quero”.

É Reconciliação do homem consigo mesmo porque Deus o perdoou. Portanto, perdoado está todo homem que creia que está perdoado; e assim viva como quem crê que está perdoado, perdoando outros, como Deus em Cristo o perdoou.

É Reconciliação do homem com seu próximo, pois, quem foi perdoado de tudo, perdoa tudo e segue em amor.

Portanto, é apenas Reconciliação que o Evangelho carrega como objetivo.

Por causa disso, o Evangelho é também Reconciliação do homem com o todo da criação de Deus, pois, se o que existe é de Deus, e nós dizemos que Dele somos, o natural é amar a tudo o que Ele criou, e proteger cada coisa para ter sua própria existência.

Se a pregação gera isto como vida, então é o Evangelho que se está pregando. Mas se não gera, ou é porque quem ouve não quer ou não entende; ou, então, é porque não é o Evangelho que está sendo pregado.

O Evangelho ensina tudo, menos uma religião. Aliás, desde que João disse que na Nova Jerusalém não há santuário que ficamos sabendo que o Evangelho é ateu de religião.

É simples assim.

O Evangelho é o bem das ovelhas de Jesus em todos os outros apriscos.

Ora, o Evangelho pode ser o bem de Jesus até para cristãos, quanto mais para todos os homens.

É ou não é?


Caio

E a morte já era...

morte

E A MORTE JÁ ERA...

A morte morreu, a maioria de nós é que não sabe apenas porque não crê.

Morreu de Cruz. Morreu de Luz. Morreu de Amor.

Morreu de septicemia de Vida.

Morreu quando o 1º e único Verdadeiro a encarou.

Morreu pelo poder de amar mais a vida do que a morte.

Morreu porque o único humano que amou mais a Vida do que a Morte foi Aquele que por amor ao mundo morreu pela causa da Vida Eterna.

Morreu quando houve Ressurreição.

Morreu quando houve libertação do Cativeiro quando Ele subiu e concedeu dons aos homens.

Morreu porque sua ilusão foi desmascarada.

Morreu porque só matava a quem a via — todos a viam.

Matava só enquanto se não morria...

Matava porque fazia da vida a própria morte.

Matava porque se tornara patroa dos homens.

Matava porque os homens trabalhavam [e trabalham] para ela.

Matava [e mata] dando aos clamores dos homens a ela, o seu salário: a morte.

Matava porque morte se paga com morte.

Matava...

Mata a quem crê que ela ainda mata.

Mas não mata nunca mais a quem morreu, ressuscitou, ascendeu, se assentou, e está em Cristo Jesus nos lugares celestiais.

Quando Ele subiu da morte aos céus pela Ressurreição, com Ele fui levado no cativeiro que Ele fez Seu despojo, e, por isso, passei da morte para vida.

Tudo vem Dele!

Você quer?

Vem e vê!

Nele,

Caio