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Caio Fábio, a mesma mensagem de sempre - Trechos de várias pregações antigas




Lista de reprodução com trechos de várias mensagens muito antigas de Caio Fábio, mostrando que a denúncia-veemência é a mesma de hoje e sempre.

Por que será que antes o reverenciavam-aplaudiam e hoje acham que é apenas o discurso de um indivíduo amagurado-revoltado que se corrompeu espiritualmente?

Quem se corrompeu? Quem mudou? O Caio ou a igreja evangélica?

Nesses vídeos, percebe-se que o Caio é o mesmo. A igreja evangélica então, teria mudado e se associado com a perversão?

Paulo crescera da pregação de afirmação pessoal de experiência para a demonstração de quem era Jesus

A EVOLUÇÃO DA PREGAÇÃO DE PAULO

Quem presta atenção nos verbos que Lucas usa em Atos para designar as falas públicas de Paulo, observa uma progressão no poder de sua comunicação do Evangelho.

Em Atos se começa dizendo que logo após converter-se pregava afirmando...
Depois se diz que ele demonstrava...

Ainda a seguir se diz que ele expunha e discorria...

Então vem a fase do persuadir os homens...

E tudo isto acompanhado de demonstração do Espírito e de poder, por força de sinais, curas, milagres, libertações de espíritos malignos, e, sobretudo, de muita paixão, ao ponto que se diz que em Atenas, antes de discorrer e discutir com os filósofos, seu espírito se revoltava em face da idolatria reinante na cidade.

...e nossa missão?

Queremos que o Evangelho penetre em nossas Jerusaléns, Judéias e Samarias, até os confins de nosso inconsciente. Entretanto, também desejamos que ele, o Evangelho de Jesus, se expanda para fora, desde a nossa Jerusalém, Judéia e Samaria, até aos confins da terra. Além disso, também desejamos ver a Jerusalém histórica tendo testemunho genuíno do Evangelho, a Judéia de judeus, a Samaria Palestina, e os confins da terra — na China e na índia; ou entre os índios de qualquer nação do planeta. Sim! Apenas para que entre todos o Evangelho do Reino seja anunciado!

Por que Jesus mandou pregar?

para ser
Por que Jesus mandou pregar o Evangelho?

Primeiro devo começar com o que não é objetivo do anuncio do Evangelho, mas que entre a multidão dos discípulos equivocados, é aclamado como sendo parte do objetivo do Evangelho.

Não é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado a fim de fazer as pessoas mudarem de religião.

Nem tampouco para que as pessoas passem a freqüentar um templo, nem para cantarem hinos para Jesus entre chineses ou hindus, esquimós ou índios nus, como dizia o “corinho” da Escola Dominical.

Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que o Cristianismo se expanda na Terra. Deus não é cristão, contrariamente ao que alguns dizem: “O Deus cristão é...” assim ou assado...

Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para despovoar o inferno e povoar o céu, como se tudo dependesse da iniciativa do “cristianismo” para a salvação humana.

Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que os crentes sejam “glorificados” na Terra.

Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para batizar pessoas usando muita ou pouca água.

Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para que se discuta com os novos convertidos o resto da vida acerca de quem joio e quem é trigo.

Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para criarmos impérios de comunicação cristãos.

Nem ainda é objetivo de Jesus que o Evangelho seja anunciado para qualquer coisa que não seja a encarnação do bem do Evangelho no coração das pessoas.

O Evangelho é a noticia de Deus aos homens, a saber: que Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo todo.

Jesus não ergueu nada fora do coração humano, correndo todos os riscos de tal “confiança” na natureza humana, pois, de fato, fora do coração não cabe nada que seja essencialmente reino de Deus.

Qualquer bem do Evangelho será sempre vida. E vida como o ensino e conforme a prática de Jesus, no espírito de tudo o que Ele viveu e, assim, ensinou.

O Evangelho, portanto, antes de tudo é Reconciliação.

Sim! É Reconciliação do homem com Deus, consigo mesmo e com o próximo, mesmo que o próximo seja inimigo, pois, assim como Deus se reconciliou conosco sendo nós inimigos de Deus no entendimento e nas praticas de obras perversas e alienadas, ainda assim Ele nos amou e nos ama, e, unilateralmente se reconciliou conosco.

É Reconciliação com Deus porque Deus a fez e feita está. Assim, não há o que discutir, mas apenas dizer “quero” ou “não quero”.

É Reconciliação do homem consigo mesmo porque Deus o perdoou. Portanto, perdoado está todo homem que creia que está perdoado; e assim viva como quem crê que está perdoado, perdoando outros, como Deus em Cristo o perdoou.

É Reconciliação do homem com seu próximo, pois, quem foi perdoado de tudo, perdoa tudo e segue em amor.

Portanto, é apenas Reconciliação que o Evangelho carrega como objetivo.

Por causa disso, o Evangelho é também Reconciliação do homem com o todo da criação de Deus, pois, se o que existe é de Deus, e nós dizemos que Dele somos, o natural é amar a tudo o que Ele criou, e proteger cada coisa para ter sua própria existência.

Se a pregação gera isto como vida, então é o Evangelho que se está pregando. Mas se não gera, ou é porque quem ouve não quer ou não entende; ou, então, é porque não é o Evangelho que está sendo pregado.

O Evangelho ensina tudo, menos uma religião. Aliás, desde que João disse que na Nova Jerusalém não há santuário que ficamos sabendo que o Evangelho é ateu de religião.

É simples assim.

O Evangelho é o bem das ovelhas de Jesus em todos os outros apriscos.

Ora, o Evangelho pode ser o bem de Jesus até para cristãos, quanto mais para todos os homens.

É ou não é?


Caio