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Vídeo: "Deus estava em Cristo" | www.caiofabio.net
20 de fevereiro de 2013
Postado por Marcello Cunha
Entre crentes que não conhecem a Deus e ateus que também não conhecem a Deus!
7 de dezembro de 2012
Postado por Marcello Cunha
O QUE FOI QUE JESUS DISSE: bem-aventurados os que não viram e
creram; ou: bem-aventurado os nunca me conheceram, mas que apesar disso me
representaram de modo fanaticamente canino?
Um homem não conhece a Deus, mas diz crer Nele; o outro não
conhece a Deus, e, por isto, diz que Ele não existe.
Qual a diferença entre eles considerando que o Conhecimento
de Deus é uma revelação, uma Graça?
Um exemplo da grandeza da fé simples!
22 de fevereiro de 2012
Postado por Unknown
O CENTURIÃO E MELQUIZEDEQUE: UM ENCONTRO COM JESUS
Amar aos romanos nos dias de Jesus era considerado pecado em Israel. O que lá valia, especialmente na segunda parte, era: “Ama a teu próximo; e odeia ao teu inimigo”.
É obvio que havia romanos que se faziam amar, porém, declarar-lhes amor publicamente não era apropriado.
Quando o Centurião Romano vem procurar Jesus e pede ajuda para o seu empregado, ouve Jesus se oferecer para ir até a casa dele. Ele porém, disse que não era digno daquela visita, e que sabia que sendo Jesus a Autoridade, bastava que Ele desse uma ordem, pela simples palavra, pois sabia que assim seu servo seria curado. E explicou que sabia que era assim em razão de que ele mesmo era homem que respondia com obediência aos seus superiores, e que também fazia sua autoridade valer em relação àqueles que lhe obedeciam, aos quais, ele, quando dizia, ‘vai’, a pessoa ia; quando dizia ‘vem’, a pessoa vinha; e quando dizia ‘faz’, feito seria. Desse modo, Ele diz: “Apenas ordena com tua palavra e o teu desejo se cumprirá, pois sei quem és; sei que tu és Autoridade”.
Quando Jesus ouviu o Capitão Romano dizer isto, entrou em estupefação de alegria. E exclamou: “Em todo Israel eu não encontrei ninguém com essa qualidade de fé”. E acrescentou: “Vai em paz; a tua fé te salvou; o teu servo está curado”.
Então, voltou-se para os que o circundavam, gente de todo tipo, indo de fariseus casca grossa, passando por gente da classe sacerdotal, atravessando escribas dedicados à exegese das Escrituras, perpassando revolucionários e fundamentalistas religiosos ou ideológicos; e, sobretudo, atingindo Seus discípulos e gente simples do povo—e lhes disse: Em verdade eu digo que muita gente virá do longínquo Oriente, e do distante Ocidente, do Norte, e do Sul, de toda a terra, e participará da mesa, da Festa, da Ceia, do Banquete do Reino, na companhia de Abraão, Isaque, e Jacó; enquanto muitos dos que se intitulam “filhos do Reino”, ficarão de fora.
Assim, o Centurião trás consigo a revelação da grandeza da fé simples que haveria de se mover em confiança estranha e inexplicável, a qual tomaria a consciência de muitos e muitos seres humanos, nos lugares mais diferentes da terra, os quais, experimentariam a bondade de Deus enquanto confessam sua indignidade, e, ao mesmo tempo, revelam do modo mais simples possível que crêem em Jesus.
Quanto a Palavra no Caminho…
6 de junho de 2011
Postado por Unknown
A ênfase do “Caminho da Graça” não é no “Livro Bíblia”, mas na Palavra de Deus que nela a pessoa pode encontrar se a ler com o coração limpo de doutrinas religiosas, e se buscar entender tudo, antes de qualquer coisa, comparando o que se entendeu com o que se vê Jesus viver, praticar e ensinar enquanto segue...
O mais importante de tudo é que você leia como você lê qualquer outro livro; sem magia na leitura; buscando entender a leitura como você faz quando lê qualquer texto; pois, a inspiração bíblica não está “em códigos secretos”; antes está em palavras simples, que podem ser entendidas por todos, especialmente por todo aquele que buscar ver cada coisa que julgue ter entendido, comparando com o modo como Jesus vivia, pratica e ensinava todas as coisas...
Palavras e Palavra
6 de janeiro de 2011
Postado por Unknown
Códigos, signos, imagens, sentimentos, pensamentos, o invisível, o presente, o passado, o futuro, o mundo inteiro—palavras são isto tudo!
A Palavra, todavia, é muito mais que isto. É carne, é sangue, é espírito, é vida!
A Palavra se fez carne!
A Palavra é Presença!
A Palavra habitou entre nós!
A Palavra criou o que se vê e o que se não vê!
A Palavra revelou a Sua Gloria!
A Palavra criou os sentidos. Os sentidos só enxergam a Palavra pela Palavra!
A Palavra é vento...sopra onde quer!
A Palavra é clara e é obscura!
A Palavra se revela!
A Palavra geraria tantos livros que nem no mundo se poderia guardar!
A Palavra é tudo que é! Mas tudo o que é, não é a Palavra!
A Palavra só é apropriada pela entrega, pela rendição, pela confissão de cegueira!
A Palavra é tudo o que é e tudo que ainda não se tornou!
A Palavra é Jesus!
Jesus é a Palavra!
Jesus é!
Jesus...
Nele tudo subsiste!
Eu também!
Qual é a vontade de Deus para mim?
23 de junho de 2010
Postado por Unknown
Obviamente a vontade de Deus é de Deus.
Sim! A vontade Dele é Dele; e de mais ninguém.
Jesus disse que comia a vontade do Pai, que se alimentava dela.
Ora, se eu tenho muitas vontades e se as exerço de modo pessoal e incompartilhável, que não dizer da vontade de Deus?
“Quem conheceu a mente do Senhor?”
Além disso, o que me separa de Deus em todos os sentidos possíveis é infinitamente mais do que o que separa de um organismo mono-celular.
Assim, Deus se revela às amebas como as amebas podem processar.
Ora, o mesmo Deus faz com os homens!
O problema é o surto humano. Sim! O homem crê que é “capaz de Deus”, e, sobretudo, de dizer aos outros humanos qual seja a vontade de Deus para o outro.
A vontade de Deus é uma só: que nos amemos uns aos outros!
Deus não tem planos profissionais para ninguém. Nem de qualquer outra natureza tópica. O plano de Deus, não importando onde eu esteja, é que eu ame e pratique o amor. O resto é insignificante!
É o que Paulo diz quando afirma: “... ainda que eu...” fale línguas de homens e anjos, ou profetize, ou saiba todas as ciências e adquira todas as sabedorias, ou me entregue às praticas de martírio ou de entrega social de todas as minhas produções aos demais homens necessitados, mas, “se não tiver amor, nada me aproveitará”; e mais: nada será vontade de Deus.
Paulo nunca discutiu nada disso. Sabia fazer tendas. Mas era chamado para pregar. Por isso, tendo dinheiro para entregar-se apenas à pregação, assim fazia. Mas se não tinha, então, fazia tendas, e, pregava nas horas possíveis.
Ou seja:
Paulo tratava tudo com simplicidade, pois, a vontade de Deus era amor, e, amor, cabe em qualquer oficina de tendas.
As pessoas perguntam, referindo-se aos detalhes da vida, como se eu ou qualquer outro ser ameba humano pudéssemos responder: Qual é a vontade de Deus para a minha vida?
Ora, eu posso responder, mas a resposta que tenho a dar não satisfaz as pessoas que querem saber a vontade de Deus como um guia afetivo e profissional das jornadas na Terra.
Então, não sei!... Afinal, nessas coisas, à semelhança de Paulo, apenas uso o bom senso para decidir, e nunca o faço como quem consulta um “guia de jornada”, mas apenas como uma decisão de agora, da circunstancia do existir; e isto, sempre, apenas conforme o espírito do Evangelho, que é amor.
A vontade de Deus são os Seus mandamentos, embora Jesus tenha nos dito que até os mandamentos, sem que sejam vividos em amor, são desagradáveis a Deus; pois, sem amor, todo mandamento não passa de presunção e arrogância.
A vontade de Deus é amor, alegria, paz, bondade, longanimidade, mansidão e domínio próprio!
Se você faz isso entregando o lixo, operando na mais rica clinica de neurocirurgia, ou se o faz pregando como um ensinador da Palavra, não importa; pois, a única coisa que importa para Deus é se você vive ou não o amor como o mandamento de seu ser.
O que Deus quer de mim? Onde quer que eu trabalhe? Com quer que eu case?
Ora, Jesus não respondeu tais perguntas a ninguém!
Quando Pedro quis saber... Jesus apenas disse: “Que te importa? Quanto a ti, vem e segue-me”.
Quanto mais a pessoa se dispõe a andar em amor e fé, sem buscar mais nada, tanto mais ela encontrará uma sintonia fina com Deus e com a vida, e, assim, sem que ela sinta, irá sendo posta no leito do rio de sua própria vida.
É claro que Deus tem a vontade que diz “não”. Mas essa é a não-vontade de Deus. É o que Deus não quer, pois, é o que Deus não é.
Deus não é mentira, nem engano, nem ódio, nem cobiça, nem traição, não injustiça, nem maldade, nem indiferença, nem descrença, nem altivez, nem orgulho, nem arrogância, nem vaidade, nem medo e nem frieza de ser.
Assim, a tais coisas Deus diz “não”, mas não como quem diz a Sua vontade, mas apenas aquilo que não é vontade Dele.
Portanto, a vontade de Deus não é “não”, mas “sim”, embora a maioria apenas pense na vontade de Deus como negação.
Ou seja:
Para tais pessoas Deus é Aquele que diz “Não”.
A proporção, todavia, continua idêntica à que foi estabelecida no Éden. Pode-se comer de tudo, e, apenas diz-se não a uma coisa: inventar a nossa vontade contra essa única coisa à qual Deus disse “não”.
Todas as árvores do Jardim são comestíveis, mas, continuamos discutindo a única arvore proibida, tamanha é a nossa fixação na transgressão como obsessão na vida.
Entretanto, a vontade de Deus é sim, e, para aqueles que desejam fazer a vontade de Deus, e não apenas discuti-la, Deus revela Sua vontade como fé e amor, e, nos diz que se assim vivermos provaremos tudo o que é bom, perfeito e agradável, não porque a vida deixe de doer, mas apenas porque o pagamento do amor transcende a toda dor.
A vontade de Deus é que eu desista das coisas de menino nesta vida e abrace as coisas de um homem segundo Deus.
Agora, se você vai trocar de casa, de carro, de mulher, de emprego, de cidade, de país, de nome — sinceramente, é melhor consultar um bruxo, uma feiticeira ou um profeta que aceite pagamento para contar tal historinha.
Você pergunta a Jesus:
Senhor, qual é a Tua vontade para mim?
Ele responde:
É a mesma para todos os homens. Sim! Que você ame e pratique o amor, pois, sem amor, nada será vontade de Deus para você, ainda que você distribua todos os seus bens aos pobres e entregue o seu corpo para ser queimado em martírio de dignidade pela consciência e pela liberdade.
Dá pra entender ou é difícil demais?
Que tal a gente parar de brincar de vontade de Deus? Vamos?
Chega; não é gente?
Nele, que é a vontade de Deus para o homem,
Caio
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