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I Co 11:17-30 - Seu olhar é o pão desta ceia. Discernindo este corpo, reunamo-nos para a Saúde!
17 de julho de 2014
Postado por Marcello Cunha
SAWABONA!!! - Que Igreja já aprendeu isso?...
27 de março de 2014
Postado por Marcello Cunha
SAWABONA!!! - Que Igreja já aprendeu isso?...
Há uma "tribo" africana que tem um costume muito
bonito.
Quando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a
pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois
dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas que ele já fez.
A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser
bom. Cada um de nós desejando segurança, amor, paz, felicidade. Mas às vezes,
na busca dessas coisas, as pessoas cometem erros.
A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro.
Eles se unem então para erguê-lo, para reconectá-lo com sua verdadeira
natureza, para lembrá-lo quem ele realmente é, até que ele se lembre totalmente
da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente: "Eu sou
bom".
Sawabona Shikoba!
SAWABONA, é um cumprimento usado na África do Sul e quer
dizer:
"Eu te respeito, eu te valorizo. Você é importante pra
mim"
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA, que é:
"Então, eu existo pra você"
Agora me diga:
Que "igreja" que você conhece tem o poder moral e de caráter para dizer qualquer coisa a este povo?
"Em verdade eu vos digo que muitos... do norte, sul,
leste e oeste... se levantarão no juízo e julgarão os que se chamam de filhos
do reino".
Caio Fabio D'Araújo Filho
O Caminho da experiência comunitária, segundo Jesus.
2 de setembro de 2013
Postado por Marcello Cunha
O termo Ekklesia sintetiza de
forma impressionante o ser Igreja de Jesus: são os chamados para fora. No entanto,
na história cristã preponderou o caminho inverso que torna os discípulos em
gente “chamada para dentro”, chamada para deixar o mundo, para só considerarem
“irmãos” os membros do “clube santo” e a não buscarem relacionamentos fora de
tal ambiente. Mas, lendo o Evangelho, é difícil conceber que Jesus sonhasse com
aquilo que depois nós chamamos de “igreja”.
Quem pode ouvir o ensino de
Jesus, com toda sua desinstalação, com toda a sua mobilidade, com toda ênfase
na igualdade de todos, com toda denúncia aos poderes religiosos e com toda a
pertinência à vida – fosse para curar a mente, o corpo ou o espírito; fosse
para anunciar a destruição do Templo como lugar de Deus; fosse para
“beatificar” samaritanos e “demonizar”
religiosos sem coração – e ainda assim imaginar que Jesus tenha qualquer coisa
a ver com o que nós chamamos de “igreja”, seja aquela que se abriga em Roma,
sejam aquelas que têm tantas sedes quantos pastores, bispos e apóstolos
megalomaníacos existirem? Não se vê Jesus tentando criar uma comunidade fixa e
fechada, como também não percebo, em seu espírito, qualquer interesse nesse
tipo de reclusão comunitária.
"E assim deve ser o ajuntamento no Caminho"
12 de dezembro de 2012
Postado por Marcello Cunha
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