Depois de uma longa viagem... chegamos em Eket
5 de junho de 2010
Postado por Unknown
Ola manos amados,
Finalmente chegamos em Eket depois de uma lonnnnnnnnga viagem. Foi muito bom re-encontrar meu mano Jojo e conhecer o Tiagão, que muito rápido senti que é uma pessoa muito especial.
Tivemos alguns problemas... A companhia aérea perdeu as quilhas das pranchas e nosso voo de Lagos para Uyo saiu com quase 6 horas de atraso hoje, o que nos fez perder praticamente o dia de trabalho. Mas graças a Deus demos uma recuperada.
Fomos recebidos pelo time nigeriano com grande expectativa, e fizemos uma reunião que durou mais de duas horas... foi muito produtiva. Relembramos a todos sobre a mensagem que é a essência do Way to the Nations e esboçamos juntos um plano para aproveitarmos o Maximo os oito dias que teremos juntos a frente. Devagar iremos atualizando vocês ai e enviando algumas fotos.
Este foi o time que nos recebeu hoje e estará engajado em revezamento conosco nos próximos dias para as atividades:
Emmanuel (anjo, motorista, guarda-costas, guia, etc); Diana (Assistente Social da Stepping Stone Nigeria); Mfon (outro assistente aocial da SSN); Victor (voluntário no CRARN); Jehu (voluntário no CRARN); Cristiane (voluntária no CRARN); Jackson (professor do evangelho para crianças). O time nigeriano também manda um grande abraço para aqueles do primeiro time que veio em janeiro e não pode vir desta vez.
Todos pareciam muito felizes com nossos planos e bem dispostos ao trabalho.
Amanhã vamos fazer um visita rápida pela manha ao CRARN, e logo depois do almoço iremos levar para a praia uns 10 adolescentes e mais uma pessoa que o Jojo estará treinando para estabelecermos o Waves Project (Projeto Ondas)!
No momento estamos com dificuldades para mandar fotos devido a lentidão da internet aqui, mas continuaremos tentando nos próximos minutos.
Beijão a todos, muita graça e paz!
Leo
Eket - Akwa Ibom State
Nigeria
05/06/10
Way to the Nations | Caminho Nações
Um dia inteiro nos ares: rumo ao chão das bruxarias
Postado por Unknown
De: Marcelo Quintela
Assunto: UM DIA INTEIRO NOS ARES: RUMO AO CHÃO DAS BRUXARIAS
Hoje, dia 02 de Junho, estamos embarcando três membros do Caminho Nações rumo à Nigéria, na África Ocidental.
O LEONARDO partirá de Londres para 10 dias de muita correria em solo africano. O Leo é o capitão da equipe. Carrega a função primordial de concluir a locação de uma casa grande para termos nossa própria base de trabalho lá. Ademais, participará de eventos envolvendo as iniciativas inglesas e nigerianas de tentar unir os “pastores do bem” contra a praga profética de estigmatização infantil.
O JOJO sobe à Guarulhos logo mais, no meu carro, dirigido pelo Valmir. Estão levando adesivos confeccionados pelo Caminho em Brusque (The Kingdom of God belong to the Children!) e o livreto que o Caminho Curitiba produziu (Jesus and the Children); no meio do caminho param na capital paulista para pegar os “Gospels” que a Abba Press tem ofertado. Em Guarulhos, encontrarão com o TIAGO, novo membro da equipe, caminhante no Rio de Janeiro, que consigo trará roupas de surf e pranchas para os pequeninos, além dos DVDs com a Mensagem do Caio em inglês para os pais e mães do Sul da Nigéria, foco principal da epidemia de infanticídio.
O CHICO, nossa base, comprou as passagens e os valores estavam tão altos que foi difícil incluir qualquer outro voluntário na Missão-Maio (que vejam só, vai acontecer em Junho). Às vésperas da Copa, os voos estão difíceis e muito caros. Gastamos mais de 12 mil reais só de bilhetes aéreos, fora os outros 3 aviões que serão tomados para chegar ao destino final, alimentação e hospedagem.
Amigos, o Leo conseguiu uma dispensa do trabalho em Londres, para pagar depois. O Jojo deixou aqui no Guarujá o PROJETO ONDAS, que atende crianças carentes e deixou a escola de onde ele tira seus proventos. O Tiago vai faltar na faculdade e teve que remanejar provas e avaliações das disciplinas. Eu mesmo estou aqui escrevendo para vocês, enquanto pacientes me aguardam, pacientes, na recepção...
Vejam: Estamos todos com os pés na secularidade visível; entretanto, nossas cabeças estão nos ares, habitam as regiões celestes, alegres de servir à Igreja Invisível – na Pessoa Daquele que é Tudo em todos, contra Quem não podem os poderes da Terra, dos céus ou debaixo da Terra!
Viaje conosco, por favor, em oração e contribuição! Somos todos iguais, somos todos irmãos!
Na mesma Graça e Comissão,
Marcelo Quintela
marcelo@caminhonacoes.com
Assista um vídeo da missão “Pequeninos na Nigéria”
Para qualquer contribuição:
CAMINHO DA GRAÇA - ESTAÇÃO SANTOS
CNPJ: 08.389.524/0001-28
BANCO BRADESCO
Agência: 2066-4
Conta: 23925-9
A fixação apocalíptica no fim do mundo de 2012
Postado por Unknown
Culturas humanas distintas marcaram o Fim do Mundo para o ano 2012.
Os Maias tornaram-se os mais famosos. A exatidão do Calendário Maia do período clássico é chocante. Sim, pois mediram o ano solar com apenas oito décimos de segundo de diferença em relação à medição que temos hoje com toda a nossa tecnologia.
O Calendário Maia abrange uma Era de 5125 anos. Começa no dia 11 de agosto de 3114 antes de Cristo e termina em 2012 da presente era. E tudo se baseia no alinhamento do Solstício de Inverno do Sol com o Plano Equatorial da Galáxia. Impressiona mesmo!
Os Maias predisseram que tal fenômeno acontece uma vez a cada 26 mil anos; e isto é confirmado pela astronomia moderna.
Os índios americanos Hopi predisseram que a mesma coisa aconteceria; não na perspectiva astronômica dos Maias, mas pela via das Profecias das Rochas Hopi.
Criam que a destruição desse mundo aconteceria numa época em que os homens voariam e se comunicariam por uma rede em volta da Terra. Na mesma linha dos Maias eles criam que a época seria em torno de 2012.
Os Hindus criam que o mundo se recria em ciclos de destruição. E dividiam tais ciclos em cinco, sendo que hoje estaríamos no último deles; no ciclo Kali. Eles começaram a contagem em 3102 antes de Cristo e está afastada do calendário Maia em apenas 12 anos de diferença na conclusão acerca da data do Fim do Mundo.
A Ciência, por seu turno, afirma que em 2012 se terá um clímax nas explosões solares. O que poderá causar um caos nas telecomunicações em geral, em caso extremo, é claro.
Se tal clímax acontecer com as piores conseqüências possíveis os cientistas acreditam que poderia ser catastrófico no tempo presente, quando tudo depende de satélites e de eletricidade; posto que se assim acontecesse a civilização humana acostumada a tais confortos entraria em estado de histeria, em face de que haveria uma paralisação de tudo quando for eletrônico ou elétrico na Terra.
Na década de 70 Terrence MacKenna, um cientista que se tornou uma espécie de guru de muitos naquela geração, propôs que o fluxo de eventos que acontecem no Universo é algo que cresce através dos milênios até atingir um clímax em 2012.
E por aí vai...
Jesus, porém, diz...
“Muitos dirão: Chegou a hora!”
“Muitos dirão: Ele está no deserto!”
“Muitos dirão: Ele está morando naquela casa ali”.
“Não os sigais!”
“O Filho do Homem virá como um relâmpago que vai subitamente do Oriente ao Ocidente”.
“O Filho do homem virá na hora em que não se espera”.
“O Filho do Homem virá como um ladrão!”
“Na hora em que não cuidais o Filho do homem virá”.
Não sei o que acontecerá em 2012... Nem precisa acontecer nada... Basta que o ano seja como 2010 começou...
Cada ano agora será ano ao estilo 2012... Sim, daqui pra frente tudo será crescentemente apocalíptico, embora Jesus não vá voltar em 2012.
Por quê?
Porque quando Jesus voltar não haverá no mundo nenhuma expectativa da Sua vinda. E até seus discípulos poderão ser encontrados dormindo... sem Fé!
Mas o apelo para que as pessoas se entreguem ao pânico apocalíptico-supersticioso é enorme...
Quando o mundo achar que resolveu o problema do mundo, então, o Filho do Homem virá.
Porém, nem os anjos, nem os profetas sabem quando; e Jesus, na Sua submissão a Deus, disse: “Nem mesmo o Filho sabe, mas tão somente o Pai”.
Adaptado, de Caio Fábio
O problema da religião: a confessonalidade
Postado por Unknown
O problema da religião é que ela elege a confissão verbal como marca da relação com Deus e, por causa do que confessa, reivindica o direito a essa relação. Esquece o Cristo dizendo que os seus seriam reconhecidos não pela fala, mas pelo amor de uns pelos outros; que o chamado seria para salgar a terra e não para reproduzir uma confissão de boca; que os falsos profetas seriam reconhecidos pelos seus frutos e não por suas confissões; que a confissão deles diria justamente "Senhor, Senhor..." mas que ouviriam "Afastem-se de mim", não por terem uma confissão errada, mas por praticarem o mal.
Esquece que o Samaritano não foi exaltado por sua confissão de fé; que a fé do centurião romano foi elogiada apesar da estranheza da declaração; que a Verdade que liberta não é um conceito, uma doutrina ou uma regra de fé e prática a ser aceita e declarada, e sim uma Pessoa a ser seguida ("Eu sou a verdade")
O problema da religião é que ela trabalha para reproduzir confissões. Esquece que a confissão é algo entre Deus e o homem; que ninguém consegue levar Pedro a declarar "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo!" Esquece que uma declaração de fé não socorre o necessitado; que o sacerdote e o levita eram os da confissão e eles passaram pelo outro lado. (Lucas 10.25-37)
O problema da religião é ela achar que o mundo vai louvar a Deus quando confessar que "Jesus Cristo é o Senhor". Esquece que essa frase está na parede dos maiores abatedouros de almas, e na boca dos maiores desdenhadores de seres humanos. Acha que o mundo vai louvar a Deus quando confessar o Cristo, mas esquece que esse mundo precisa ver boas obras para que isso aconteça: "Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai que está nos céus" (Mateus 5.13-16).
O problema da religião é não admitir que a confessionalidade virou estratégia para encher lugares, promover adesões e fazer prosélitos.
O problema da religião é não admitir que só a evangelização que salga a terra pode dizer: "Não, filho, não precisa vim comigo, vai para a tua casa."
O problema da religião é ler isso aqui e achar que abrir mão da confessionalidade, é abrir mão da fé no Cristo.
O problema da religião é ela orgulhar-se de sua confissão, quando deveria sentir dores de parto por causa dela. O homem que se orgulha de sua confissão de fé perdeu (se é que já teve) a consciência de sua condição.
Pedro só ouve o "vem e segue-me" final, depois de responder à pergunta da confissão até o constragimento e, já magoado, ficar sabendo da inutilidade dessa confissão que não se traduz em amor e serviço ao próximo: "Simão, filho João, tu me amas? Apascenta as minhas ovelhas."
Devemos abrir mão da nossa confessionalidade, em nome de Jesus.
No Caminho,
Hugo Theophilo
Estação do Caminho em Maracanaú / CE
Pois é... Cinismo espiritual!
Postado por Unknown
"Se o Evangelho nada provoca de mudança e de transformação de consciência e de vida em mim, pergunto: não seria melhor jamais tê-lo conhecido? Ou ainda: para o quê ele serve?"
----- Original Message -----
From: POIS É…
To: contato@caiofabio.com
Sent: Thursday, May 08, 2008 12:25 AM
Subject: Pois é...
"Se o Evangelho nada provoca de mudança e de transformação de consciência e de vida em mim, pergunto: não seria melhor jamais tê-lo conhecido? Ou ainda: para o quê ele serve?"
Trecho de sua resposta, Caio, a um questionamento a respeito de Paulo, que acabo de ler. É o que tenho pensado, pois para mim nada tem servido o Evangelho ou o evangelho, por mim "defendido" e "pregado" desde a infância.
Não tenho, aliás, mais nenhum prazer em fazer as coisas indicadas por esse evangelho, ou por qualquer outro: como orar, ler a Bíblia, ir à Igreja (ainda vou, toco minha guitarra... e tudo mecanicamente, sem prazer ou sentido).
Tenho todas as travas, conheço os bastidores, participei deles, não consigo crer mais...
Sou do seu nicho presbiteriano, ao qual você ainda está filiado (essa eu não entendo de jeito nenhum!). Não há Caminho da Graça por aqui; e se houvesse também não tenho certeza de que já não nasceria contaminado com a doença dos que pulam de galho em galho entre igrejas, procurando apenas satisfazer aos egos próprios endeusados...
Não tenho perguntas a lhe fazer, pois, em tese, conheço as respostas. Só não sei por que as mesmas respostas me parecem ineficazes ou inativas.
Abraço.
___________________________________________
Resposta:
Meu mano querido no Senhor: Graça e Paz!
Você é que pensa que nada tem a perguntar. Quem assim pensa não escreve e nem confessa sua descrença e a suposta ineficácia do Evangelho ou do “evangelho” em sua vida. Sim! Tal pessoa nada tem a dizer. Faz silencio sepulcral!
Mas você tem ou pensa ter o que dizer. De fato, você tem muito a dizer, apenas dirige o seu dizer à coisa ou coisas erradas.
Você me parece como um homem que contempla um poste de luz de mercúrio, o qual se mostra fraco e perdendo a força, mas que, baseado em tal observação, descreve como o sol está perdendo o calor, a luz e a energia.
Eu estava falando do Evangelho. Você está falando da “igreja” — da qual você conhece os “bastidores” [e olhe que de “bastidores” em sou PHD e você está na creche], e, por isso, perdeu a fé, posto que não veja o Evangelho sendo vivido pelo “coletivo eclesiástico”.
Ora, se você estivesse falando do Evangelho, conhecer os bastidores significaria ter estado presente na Transfiguração ou no caminho com Jesus quando Ele abriu o entendimento de Seus discípulos para compreenderem as Escrituras.
Mas não é disso que você está falando. Afinal, se fosse dos bastidores do Evangelho a que você estivesse se referindo, então, sua face estaria transfigurada de alegria.
Não! Você fala dos bastidores da religião, da “igreja”; e, fala de você também; de como você é exatamente igual aos que condena.
Sim! Você faz isso, por exemplo, quando diz “que até vai aos cultos”, mas que não crê em mais nada; e isso enquanto me condena por ainda ser membro da Catedral Presbiteriana do Rio, sem saber que minha consciência não carrega os seus traumas; e mais: que minha relação nos bastidores da Catedral do Rio sempre aconteceu em amor, em verdade e na luz.
Ora, sou membro da Catedral do Rio porque lá tenho amigos muito amados, os quais me amam no Evangelho; e, a maior prova disso é que ajudam o meu ministério mesmo eu vivendo para fazer o ministério que Deus me deu no Caminho da Graça.
Não! Eu não sou das instituições, mas das relações de verdade e amor!
Caminho da Graça é a jornada pessoal de cada um com Deus!
E quem será o tolo que imporá fronteiras a tal caminho?
Você disse, falando de você mesmo, de seu cansaço, cinismo espiritual e traumas, que se houvesse uma Estação do Caminho em sua cidade, seria a mesma porcaria de sempre, algo cheio de gente doente de “igrejas”.
Interessante! Aqui em Brasília tem Caminho da Graça. E também há Estações e grupos em muitos lugares. E em nenhum deles nós temos esse espírito que você disse que inevitavelmente se instala entre as pessoas.
Sabe por quê?
É que quem chega ao Caminho da Graça logo descobre que esse tema que você levanta, fazendo confusão entre Evangelho e doutrinação evangélica e religiosa, não existe entre nós, pois, não vivemos tendo os “evangélicos” [bons ou maus] como referencia, mas sim exclusivamente a Jesus e ao Evangelho.
Você, provavelmente, um dia amou a Deus; mas o fez de modo confuso, amando o Deus da proposta do Evangelho + o Deus da doutrinação evangélica; e como não viu mais nada além de dissimulação humana e falsa piedade [a famosa ‘peidade’], concluiu a partir de si mesmo que o evangelho não tem poder para mudar nada.
Ora, de bastidores de “igreja” eu duvido que você saiba da missa o terço. Eu, todavia, já rezei todas as rezas desses bastidores como sacristão inocente, e, depois, vi e vi o que sempre soube que havia, mas que não era forçado a ver, dada a independência com a qual me conduzi a vida toda.
Então, cansei quase até a morte!...
O Senhor, entretanto, me livrou de tais referencias, e me deixou ver que o Evangelho só não seria verdade se eu, com toda sinceridade, buscasse vive-lo na Graça de Deus, em total confiança no que Jesus fez e Consumou. Ora, sendo assim, o Evangelho me trouxesse o bem e paz que promete.
Desse modo, mesmo vendo a degradação de muito daquilo que um dia eu reverenciei como sendo ainda fé genuína [apesar de na maioria das pessoas ser algo sem entendimento], ainda assim sinto-me animado e alegre; e apenas por uma razão: o Evangelho que é Jesus, é vivo em minha vida; e, todos os dias o vejo tornar-se vivo e vivo nas vidas de centenas de pessoas.
O seu problema, todavia, é cinismo a partir de seu próprio cinismo!
Minha sugestão, mesmo que você tenha dito que já sabe tudo, é uma só:
Deixe de tocar mecanicamente a sua guitarra nos cultos vazios que você oferece e participa; e, crendo no Espírito Santo, sozinho, leia o Evangelho; e, assim, permita que você seja tocado, ao invés de viver tocando o que nada toca, nem mesmo o seu próprio coração.
Pare de ser palhaço no circo. Deus não é “du Soleil”. Para Ele só vale tocar o que toca a gente antes! Senão é palhaçada!
É uma pena que você pense que sabe, pois, se você cresse que não sabe, poderia saber como é de fato saber.
Sim! Pois o pseudo-saber ensoberbece, mas o amor edifica e ilumina; pois, na soberba há desprezo e mágoa; no amor, porém, há vida e alegria.
Ora, você vai me dizer que conhece essas palavras. Eu, porém lhe digo: conheça esta experiência. Afinal, o Evangelho não é demonstração de palavras, nem de sabedorias e nem de logorreia, mas de poder de Deus na experiência da vida provada em amor.
Quebrante seu coração!
Leia este site e aprenda o sentido de conhecer a Deus, e não as mazelas humanas, as quais você conhece de sobra em você mesmo.
Receba meu carinho. Razão pela qual lhe digo estas palavras!
Nele, em Quem a Verdade é Vida,
Caio
Assinar:
Postagens (Atom)





