O Evangelho é assim...
7 de janeiro de 2009
Postado por Unknown
Para se entender o Evangelho tem-se que olhar a vida com o mesmo tipo e qualidade de amor que Jesus demonstrou em Sua existência no tempo e no espaço; ou seja: na Sua Encarnação.
Nos ajude a abrir o sinal da TV...
Postado por Unknown
Não sei se você sabe... mas, em breve, estaremos abrindo o sinal da VEM&VÊ TV para todas as pessoas. No entanto, para que isso aconteça, precisamos da ajuda de muitos na manutenção financeira desse ministério... Queremos divulgar a Palavra da Graça a todos aqueles que querem experimentar o amor de Deus. Queremos alcançar os outros com o mesmo bem que, em Cristo, nos alcançou. Portanto, sendo possível para você, nos ajude a manter esse ministério abençoando e alcançando bem mais gente com a Palavra - Semente de Deus ao mundo.
Que o Espírito Santo abra seus olhos para ver a oportunidade revolucionária que se está tendo de atingir milhões com apenas alguns tostões.
A guerra dos irmãos e primos: Israel e Palestinos
Postado por Unknown
Foto: Folha On line
...as guerras não são decididas pelas crianças, pelas donas de casa, nem pelos velhos, nem ainda pelos jovens que sonham e amam. Os doentes também não apóiam as guerras, nem ainda os que amam até o inimigo.
Pára grafo! Grafo, pára! Parágrafo!
Postado por Unknown
VIDA sem parágrafo é como TEXTO sem parágrafo, que é aquele que não pára a grafia nem quando se diz algo pára grafo, mas que, não se deixando parar, alonga a vaidade do dizer, não consentindo com a chegada da sabedoria do silencio, sempre mais pródiga em revelações do que as que viajam em muitas letras e palavras, sendo, por tal razão, o parágrafo uma necessidade do amor que deixa o outro pensar, e que, pensando no outro, pára, antes que o ato de grafar a vida seja inoportuno como o falar dos amigos de Jó, os quais, por falta de parágrafo existencial, não cessavam o que, em parando, traria a benção do parágrafo à alma grafada de Jó, e, certamente, também traria o descanso benditamente parágrafo que os espíritos dos amigos do patriarca sofredor careciam como cura para a hemorragia de seu falar sem parada, e, portanto, sem parágrafo, pois, a grafia de seus juízos não os deixava parar nem para respirar a benção de um parágrafo pulmonar, sem cuja benção, o cérebro não tem parágrafo para oxigenar-se, e, por tal razão, cria novos circuitos em si mesmo, os quais, sem que se note, produzem pontos seguidos, virgulas, ponto e virgula, hífens, e tudo mais na existência, menos um santo parágrafo, o qual é exorcizado inconscientemente também pela alma, pois, o que se teme é que o parágrafo ou pare a pessoa ou, em fazendo a pessoa parar, abra-lhe a horrível porta da constatação de que o parágrafo é tão evitado em razão do medo de que na quietude surja a revelação da verdade que não se quer saber ou escutar, a qual, em geral, só fala no silencio, no parágrafo, e, assim, não se apresenta como final nas virgulas da continuidade da mesmice do medo de ver, de decidir, de parar, de seguir depois de entender, ainda que o entender ponha um parágrafo em muita coisa em nossa existência sem parada para nada, ao mesmo tempo em que re-acentue muitas novas palavras em nosso ser, porém, apesar disso, sem deixar que as paradas dos bons parágrafos jamais deixem de acontecer de tempo em tempo, conforme a necessidade da frase ou do dizer da vida, com todos os seus necessários parágrafos, pois, em Cristo, o parágrafo é apenas amor por si mesmo e pelos outros, visto que agora todo parágrafo é apenas descanso, em razão de que o último Parágrafo já foi vencido, sendo esta a razão pela qual já passamos do parágrafo para o Paraíso, não havendo agora mais nenhuma razão para não parar, afinal, tudo já está feito, não havendo para mim outra coisa a fazer a não ser chamar agora um bendito parágrafo à existência — para o seu bem e para o meu também.
Um bom parágrafo para você.
Caio.
Chega de papo furado... Vamos orar?
4 de janeiro de 2009
Postado por Unknown
Somos informados pela Palavra que nada temos porque não pedimos, e que, quando pedimos, não obtemos, pois, pedimos mal, apenas para esbanjar nos prazeres e nas ilusões de aquisição, poder e conquista.
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