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Edir e o Diabo trocam uma ideia sobre o Valdemiro
11 de fevereiro de 2012
Postado por Unknown
O que mais me aborrece quando vejo cenas como esse teatrinhoinfame capitaneado pelo empresário Edir Macedo NÃO É o absurdo dessa entrevista com o diabo - um demônio fofoqueiro demais, aliás (agora descobri porque tem tanto futrico nos corredores das igrejas: Se no púlpito Deus e o Diabo ficam de mexerico!!??). Mas NÃO É a forma sádico-fetichista com o qual ele "domina" o diabo agarrando a mulher pelos cabelos DELA, submetendo, sem a menor necessidade, o "vaso mais frágil" a mais indignidade ainda do que a indignidade que tal "possessão" já a tem exposta! O que mais me aborrece NÃO É ver a cara bispal arreganhada de satisfação maligna quando sabe que a família do ex-amigo está arrebentada! Também NÃO É a fajuta imitação que o demônio faz do apóstolo, que qualquer humorista faria melhor... NÃO, NÃO, NÃO... Não é isso que me aborrece, pasma, assombra; pois isso não é nada diferente do que eu espero que ele, o bispo, faça! Ele é assim desde o começo e suas "habilidades" cafonas só "melhoram" com o avançar da idade...
QUER SABER O QUE ME ASSOMBRA?
São os bonzinhos, os éticos, os polidos, os
"bíblicos", os "teológos", os "evangélicos" das
igrejas teologicamente "saúdaveis"... Sim, me assusta não o que a
UNIVERSAL e a MUNDIAL fazem, mas sim o que presbiterianos, batistas,
metodistas, luteranos e pentecostais antigos NÃO fazem!
São esses que me irritam: não têm pena do povo, ficam rindo de
ver a deprimência da cena, chamam VALDEMIRO e MACEDO de "eles", que
são diferentes de "nós", enquanto todos estão dentro do mesmo
guarda-chuva EVANGÉLICO que é todo furado por baixo por causa das pontas dos
guarda-chuvas menores que ficam acolhidos debaixo dessa nominação religiosa que
cabe desde macumba à congressos de santa reflexão teológica!
O que me enoja não é a cena armada para assustar o público e
impedir o fluxo de membresia que vaza da UNIVERSAL para a MUNDIAL. Não! Me
enoja os caras que sabem falar, saberiam ajudar o povo a discernir, têm voz na
mídia, têm centenas de vídeos no youtube, têm livros escritos com muita sabedoria,
têm blogs, sites, estudos, Palavra, autoridade pública, têm TUDO e não fazem...
NADA. Não reagem à opressão religiosa. Não gritam, não dão uma de loucos, não
saem de cima do muro, não expressam opinião aberta, são medrosos, melindrosos,
bundões mesmo!!!!
Uns dizem: "Eh, mas Deus está salvando lá dentro!"
- Meus amigos, Deus está salvando até dentro dos prostíbulos! Outros argumentam:
Crescimento evangélico estimula mercado que une consumo e religião
1 de setembro de 2011
Postado por Unknown
Universal do Reino de Deus se expande em ritmo de multinacional
Muitas pessoas temem que os negócios estejam tomando o lugar de questões mais importantes relacionadas à fé.
É um grupo cada vez mais numeroso e com sede de prosperar e consumir. O crescimento dos evangélicos no Brasil, em especial no ramo pentecostal, provocou mais do que mudanças religiosas: fortaleceu um mercado econômico, que chama a atenção tanto de igrejas como da iniciativa privada.
De seu lado, as igrejas criaram estratégias de negócios. Algumas desenvolveram estruturas empresariais e planos de carreira; outras lançaram até cartões de crédito. E diversas montaram grupos e reuniões em que estimulam os fiéis a abrir negócios próprios e sanar suas finanças, com base na Teologia da Prosperidade - movimento que prega o bem-estar material do homem."Passava uma vida de miséria, comendo carcaça de frango", conta uma frequentadora da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), acrescentando que, depois que começou a assistir às "reuniões da prosperidade" semanais da igreja, "as portas começaram a se abrir". O depoimento é exibido pela própria IURD no YouTube.
Em outro vídeo, um fiel diz que seus negócios não deram certo até ele entrar para o culto. Depois de "sair das trevas", ele comprou "quatro, cinco casas", onde cabem "sete ou oito carros".
"A igreja é um local de ritos, mas hoje também um espaço de trocas e bens simbólicos", diz Leonildo Silveira Campos, do departamento de Ciências Sociais e Religião da Universidade Metodista.
Mara Maravilha tem loja na Conde de Sarzedas, rua especializada em atender público cristão
"É voltada a pessoas cada vez menos preocupadas com questões transcendentais, e sim com o aqui e o agora. Para o novo pentecostal, o dinheiro não é para ser acumulado como previa a ética protestante, mas para comprar o carro e o apartamento novo. Para se inserir no mercado de consumo."
Igrejas e empresas respondem a isso com produtos, que incluem cartões de crédito - emitidos pelas igrejas Internacional da Graça de Deus e Assembleia de Deus - e lançamentos constantes.
A rua Conde de Sarzedas, no Centro de São Paulo, se especializou em atender consumidores cristãos. Ali, é possível comprar de bíblias segmentadas a CDs, jogos de tabuleiro com temas bíblicos e pacotes de turismo para Egito e Israel.
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