Mostrando postagens com marcador cruz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cruz. Mostrar todas as postagens

A Cruz de Cristo é o centro de tudo. Portanto, a salvação é sempre em Cristo, mesmo que o salvo nunca tenha ouvido falar nEle como “nome próprio”.



A LIBERDADE DE DEUS

Quando encontrei Aquele que me separou para Ele mesmo antes da fundação do mundo—delírio de quem crê e não duvida!—, uma das primeiras questões que me vieram foi sobre o destino daqueles que nunca haviam recebido a “informação” histórica acerca do Evangelho.

Li todos os comentaristas bíblicos que estavam disponíveis na biblioteca de meu pai e de muitos amigos teólogos e pastores.

Eu tinha entre 18 e 19 anos.

Sentia-me como um potro no cio pelas experiências do saber e do conhecimento.

Mas ninguém falava do assunto.

O Tema era Tabu!

Então, resolvi fazer o que sempre faço até hoje: ler a Palavra, mesmo que sem “acompanhante”, e pedir a Deus o discernimento do assunto.

Minha “tese” de ordenação ao ministério presbiteriano foi acerca disso.

Nunca a publiquei em razão de ter visto o alvoroço que ela causou no presbitério que se reuniu para “examiná-la”.

Foram quase três dias de debate!

A maioria me julgava “liberal” por ter o entendimento que ali expressei.

O que eles não podiam entender era que apesar de crer daquele modo, meu compromisso com o anúncio das Boas Novas era mais intenso do que eles conseguiam imaginar ser possível em alguém que afirmasse o que eu afirmava.

Meus eixos para o discernimento da questão eram simples:

A CRUZ VEM ANTES DO NADA!


A CRUZ VEM ANTES DO NADA!

Por-tanto...

Toque no que você queira, mas não toque no significado da Cruz!

A Cruz não é um dogma.

A Cruz é a fé revelada.

A Cruz é o mistério que nos foi dado a conhecer como misteriosa e indiscernível revelação.

Toda fé sem a Cruz é crença... É apenas crucificação...

É a Cruz que dá sentido a tudo.

Afinal, quando se diz que o Cordeiro de Deus foi imolado antes da criação de qualquer coisa, ente, mundo ou realidade, se afirma que o Cordeiro — que é Deus de Deus em Deus e para Deus —, imolou-se por tudo o que seria criado; pois, sem a liberdade em todos os níveis que se deriva do Cordeiro, o que se criava não existiria com todas as alternativas do existir; e, portanto, não seria criado aberto a todas as possibilidades da liberdade, fosse a fortuita; ou seja a liberdade exercida como consciência, certo ou errado.

Assim, no Cordeiro em Quem todas as coisas foram criadas, tudo já o foi sob o signo do perdão e da redenção de tudo o que pudesse sair do caminho original da criação que é amor.

É da Cruz que procede toda explosão original que deu início a este e a todos os universos possíveis!

Caio
7 de janeiro de 2013 – Lago Norte – Brasília – DF
Assista a www.vemevetv.com.br e leia o www.caiofabio.net

Como é que alguém se gloria na Cruz e trata a coroa de espinhos como algo estranho à pratica da fé?


COROA DO REINO, COROA DE ESPINHOS!


A gente vê a cena.
Jesus está sendo coroado com espinhos.
Nos chocamos.
Parece algo alienígena e perverso.
E é mesmo!
O que esquecemos é que neste mundo caído é assim mesmo!

O meu reino não é deste mundo—disse o Senhor.
Donde se infere que neste mundo caído o Reino de Deus só é coroado com espinhos.

Haveria outra expectativa?
Os bem-aventurados são assim: coroados de espinhos!

Quem vive no Reino—e que não tem visível aparência, pois, está dentro de nós—, tem que lembrar-se de Paulo e dos demais apóstolos.

Paulo disse que estava disposto a “completar o que restava dos sofrimentos de Cristo em sua carne mortal”, como homem.

Páscoa: Ele é o meu Êxodo e a minha alegria!

Na Páscoa verdadeira acontecem duas mortes: a do Cordeiro e daqueles por quem Ele morreu.

Na morte de Jesus eu não escapei da morte, eu morri com Ele, a fim de poder viver com Ele.

Se Jesus morreu, mas eu escapei de morrer com Ele, significa que Ele não morreu por mim...

Entretanto, Jesus morreu por mim independentemente de que eu tenha aceitado morrer com Ele, em Sua morte.

Assim a Graça principia...

Afinal, Cristo Jesus deu a vida por nós, sendo nós ainda alienados Dele por completo.

Todavia, uma vez que eu celebre a Páscoa como morte de Jesus, o Cordeiro, por mim, então, por tal consciência, segundo Paulo, eu devo também me considerar morto para o pecado e vivo para Deus.

A Cruz e a reunião dos filhos de Deus!

Foi Caifás, o sumo-sacerdote dos judeus, quem disse que convinha que Jesus morresse e não perecesse toda a nação.

João, o apóstolo, interpretando a fala de Caifás, acrescenta: “E não somente pela nação; mas também para reunir os filhos de Deus que andam dispersos”.

Essa é uma certeza crescente no nosso meio...

De algum modo, cremos, haverá um derrame de consciência do Espírito, e, milhões de filhos de Deus “dispersos” ou “desviados” olharão para a Cruz.

Se você é um desses filhos de Deus que andam dispersos, gostaria que nos escrevesse.

Se você é daqueles que dizem:

Creio em Cristo e no que Ele fez por mim na Cruz, mas não encontrei meu ninho, meu pouso e meu lugar nas “comunhões” que os homens têm me oferecido em “nome de Deus”; ou se você é daqueles que dizem: Fui considerado “indigno” dessa comunhão, porque os chefes das tribos dos “filhos de Deus” me julgaram desviado!—então, escreva para nós!

Temos uma noticia boa para dar a você!

A Hora do Encontro está chegando!

Quem tem o selo do Cordeiro na fronte precisa crer e deixar de viver como se não tivesse dono!

Na Cruz,

Equipe Caminho